CGMEB

CONVENÇÃO GERAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DO BRASIL

AVISOS

Conheça Nossa Diretoria CGMEB

Presidente Nacional e Internacional CGMEB

1o. Vice-Presidente
CGMEB

Pr. Gilson Paulino de Medeiros

2o. Vice-Presidente
CGMEB

Pr. João Carlos Borges da Cruz

3o. Vice-Presidente
CGMEB

Pr. Everton Henrique Matias Mendes

4o. Vice-Presidente
CGMEB

Dr. Pr. Cruvinel Batista da Silva

Diretor Adjunto Nacional
CGMEB

Pr. Márcio Francisco

Diretor Adjunto Nacional
CGMEB

Pr. Ivan Aguiar Silva

Diretor Adjunto Nacional
CGMEB

Pr. Ailton César Pereira
Pastor Presidente Regional de Marilia-SP

Secretaria

Pr. Mazoel M Frutado

2o. SECRETÁRIO

Diaconisa Solange Ramos da Silva

3a. SECRETÁRIA

Pra. Maria de Fátima Leonardo de Freitas

1a. SECRETÁRIA

Tesouraria​

Miss. Rhdisnay Pereira de Freitas

2a. TESOREIRA

Conselho Fiscal

Pr. Moisés Pereira Lopes

1o. CONSELHO FISCAL

Pr. Oliviete Ferreira da Silva

CONSELHO FISCAL

Dr. Pr. Lair Ferreira de Freitas

2o. CONSELHO FISCAL

Pr. Benedito Apa. Pereira da Silva

CONSELHO FISCAL

Pr. Roberto Mauro de Carvalho

CONSELHO FISCAL

Conselho de Ética e Disciplina

Bispo Alessandro Miguel

PRESIDENTE CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Bispo Adenilton da Silva

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Dr. Pr. Alexsandro Rodrigues dos Santos

RELATOR CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Pr. Rael Antônio de Oliveira

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA

Conselho Jurídico

Dr. Pr. Andre Luiz Gomes

PRESIDENTE DO CONSELHO JURÍDICO

Pr. Dr. Natanael Santos de Sousa

MEMBRO DO CONSELHO JURÍDICO

Conselho Educação e Cultura

Pr/Teo. Sergio Valentin Grizante

Presidente Regional de Araraquara-SP
site: araraquara.cgmeb.org
PRESIDENTE DO CONSELHO EDUCAÇÃO E CULTURA

Conselho Pastor Jubilado

Pr. José da Conceição Lago

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. Paulo do Porto Dias

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. José Serafim Pereira Messias

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. Josafá Alves Teixeira

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. José Liomar Barbosa Santos

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. José Reinaldo de Sousa Santos

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. Luiz Francisco Alves Filho

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. Francisco Batista Queiroz

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Pr. Abdias da Silva Guerra

CONSELHO PASTOR JUBILADO

Conselho Ações Humanitárias

Bispo Bolívar Fundão Filho

CONSULTO PARA AÇÕES HUMANITÁRIAS

Conselho de Inteligência da CGMEB

DR. CEL CPL PASTOR ANSELMO SANTOS MELO

PRESIDENTE DO CONSELHO DE INTELIGÊNCIA DA CGMEB
COMANDANTE GERAL DA CEIM/FORTAM

Conselho de MISSÕES

Missionária Hilda da Ponte Galvão

PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE MISSÕES

Presidente Nacional e
Internacional CGMEB

Pr. Dr. Antônio Raimundo Filho

15 Anos de Luta pelos ministros Evangélicos

lutando

pela igreja 15 anos

CGMEB

Oficial

A CONVENÇÃO
QUE MAIS CRESCE!

Hino Oficial da CGMEB
que reflete a missão da
Convenção

Credencial, Certificado, Assessoria, Outorgação, Cursos...
e muito mais para os filiados.

  • Todas as igrejas filiadas recebem um CERTIFICADO CGMEB de inclusão na Convenção

  • Todos Filiados são obrigatórios a Credencial CGMEB c/ registro ativo anualmente

  • Relação no site de todos Filiados Ativos e Inativos na CGMEB na página de filiados

Certificado para Filiado

Certificado CGMEB

Certificado para Igreja Filiada

Certificado p/ Igreja

Credencial para Filiado/Ministro

Credencial CGMEB

Hino Oficial da CGMEB
que reflete a missão da
Convenção CGMEB

PR. MAZOEL MARIANO FERREIRA FURTADO
Autor Hino
Igreja Remanescente Pouso Alegre

Bandeira CGMEB

O QUE A CGMEB OFERECE A QUEM SE FILIAR:

 

01-CREDENCIAL EM PVC CERTIFICADO DE FILIAÇÃO

02-ATA DE RECONHECIMENTO DE CONSAGRAÇÃO DE MINISTRO

03-ATA DE AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE IGREJA

04-ESTATUTO E ATA DE FUNDAÇÃO DE IGREJA E ASSESORIA JURIDICA

05-CARTA DE MUDANÇA OU RECOMENDAÇÃO PARA OUTRA CONVENÇÃO

06- CARTA PARA CAPELÃO MILITARIZADO CEIM

CURSOS QUE A CGMEB IBTB CEIM FORTAM OFERECE COM CHANCELA DO MEC:

07-CURSO DE CAPELANIA EV, MILITALIZADO CEIM FORTAM

08-CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA LIVRE JUNTO A FORTAM

09-CURSO DE JUIZ DE PAZ JUNTO A FORTAM

10-CURSO DE DOUTOR EM DIVINDADE JUNTO A FORTAM

11-CURSO DE ENGENHEIRO DE SEGURANÇA PATRIMONIAL

12-CURSO DE JORNALISMO INVESTIGATIVO

13-CURSO DE SEGURANÇA

14-CURSO DE DOUTOR EM TEOLOGIA

15-CURSO DE MESTRADO EM TEOLOGIA

16-CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA

17-CURSO MÉDIO EM TEOLOGIA

18-CURSO DE PSICOLOGIA PASTORAL

19-CONTABILIDADE ASSESSORIA MINAS CONTÁBIL

20-ASSESSORIA JURIDICA

21-CONSTRUÇÃO DE SITE PARA IGREJA

22- LIVRO CONSTITUINTE DA CGMEB

23-PROJETO HUMANITARIO PASTOR JUBILADO

24-SUL AMÉRICA SEGURO E PLANO DE SAÚDE

25-TODOS OS CURSOS QUE A CGMEB OFERECE AGORA RECONHECIDO PELO MEC

 

CGMEB A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE NO BRASIL VENHA FAZER PARTE DA CGMEB

História e Fundadores da CGMEB

A Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil – CGMEB fundada no ano de 2010, idealizada pelo Pastor Antônio Raimundo Filho, natural de Pernambuco – PE, filho de Raimundo José Padre e Maria Izabel da Conceição.

No intuito de fortalecer e dar voz os Ministros Evangélicos do Brasil que por serem de pequenas igrejas não conseguiam se filiar-se a uma Convenção que pudesse representá-los.

Pensando nisso o Pastor Raimundo ouviu a voz do nosso Senhor, preocupando-se com a vida ministerial de homens e mulheres de Deus que eram obrigados a se calarem pela falta de um representante sério e idôneo.

Deus falou fortemente com seu servo e obediente o ouviu:- vá ate eles os pequenos que farei dele uma poderosa nação. Todos os meus povos. Então todo o teu povo será justo, e para sempre herdarão a terra.

O Pastor Jamiel de Oliveira Lopes, membro da diretoria da UMEESP, presidente da editora LDEL, mestre em Psicologia Clínica pela PUC, professor universitário, escritor e conferencista internacional, foi o preletor da convenção geral da UMEESP do estado de São Paulo. O Pr. Jamiel iniciou sua mensagem com a frase: “Não desprezeis o dia das coisas pequenas”! Disse que o Pastor Dr. Antônio Raimundo Filho, é um Homem simples, mas ousado; sua função é muito importante porque a CGMEB nasceu para agregar as igrejas cristãs e unir os pastores, falou sobre a experiência pessoal com Deus do Presidente da CGMEB, comparando com a de Moisés, que se julgava um homem indigno para realizar a obra para a qual Deus o havia escolhido. Moisés trocou a “coroa do palácio” pela “coroa de Deus” para libertar os escravos do Egito.

O doutor Pastor Mércio Rabello, advogado, diretor do Conselho Jurídico da UMEESP e CGMEB com formação acadêmica em Teologia, ciências jurídicas e sociais falou sobre a seriedade do trabalho do Pastor Dr. Antônio Raimundo Filho, para com a Convenção CGMEB, frisou que o Brasil está caminhando para se tornar um país institucionalizado, onde as leis terão que ser cumpridas. A CGMEB dá toda orientação e suporte para as pequenas igrejas regularizem sua situação contábil.

O Pastor Dr. Antônio Raimundo Filho, Doutor em Teologia, PhD em CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES, pela FACULDADE DE TEOLOGIA E FILOSOFIA DE SÃO PAULO, Bacharel em Teologia.

Fundador da União dos Ministros Evangélicos do Estado de São Paulo, Fundador da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil. Fundador da Igreja Assembleia de Deus Ministério CGMEB.

Fundador do IBTB Instituto Bíblico Teologia do Brasil.

Falo sobre os propósito e objetivos da CGMEB, em sua mensagem usou palavras de autoridade dizendo que a Convenção CGMEB no Brasil não se trata de mais uma instituição como tantas outras que tem surgido pelo Brasil, a CGMEB adotou uma linha séria seguindo a ética cristã e mantendo uma postura que esteja em conformidade com os princípios bíblicos, foi enfático em sua mensagem, afirmando que os pastores que quiseram fazer parte da CGMEB, terão que aceitar as “normas estatutárias” e obedecer ao “Regimento Interno”: “Na CGMEB, não serão bem-vindos “mercenários” que transgridem a ética cristã e que não mantém uma postura de acordo com os princípios morais cristãos.

Na Primeira Convenção da União dos Ministros Evangélicos do Estado de São Paulo, realizada em Campinas no dia 03 de Junho de 2010 Pastor Dr. Antônio Raimundo Filho, foi eleito pela maioria dos filiados da UMEESP a Presidente Nacional da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, eleito com 652 Votos.

Fundadores da CGMEB

 

01-Pastor Dr. Antônio Raimundo Filho –  SP

02-Pastor Antônio Ramos Santiago – PE

03-Pastor Josué José Ferreira de Souza – SP

04-Pastor Sebastião Ramos – SP

05-Missionária Ilva Nascimento Siqueira Santiago –  PE

06-Pastora Neuza de Jesus Nascimento – MG

07-Pastor Dr. Hisrael Ferreira Dias – TO

09-Pastor Jefferson Alessandro Albino – SP

10-Pastor André Nunes de Brito Mendonça – MA

11-Pastor Sergio Valentin Grizante – SP

12-Mazoel Mariano Ferreira Furtado – MG

13-Pastor Luís Carlos Barbosa SP

14- Pastor Natanael Santos de Souza  – AM

15-Pastor Dr. Anselmo Santos Melo – DF

16-Missionária Maria Imperatriz Fontes de Oliveira Melo – DF

17-Bispo Alessandro Miguel

18-Pastor José Augusto Germano – SP

19-Pastor Moisés Pereira Lopes – MG

20-Pastor Oliviete Ferreira da Silva – RJ

21-Pastor André Luiz Gomes

22-Pastor Rael Antônio de Oliveira – PE

23-Missionário Paulo Henrique Cardoso Pedroso – SP

24-Pastor José Nivaldo de Araújo – PE

25-Pastor Dr. Mércio Paes Rabello – SP

26-Evangelista Tadeu Godoy – SP

27- Pastor Roberto Mauro de carvalho – MG

28- Pastor João Carlos Borges Da Cruz – SP

29- Pastor Josafá Alves Teixeira – BA

30 – Pastor José da Conceição lago – BA

LOGO CGMEB

ESTATUTO DA CGMEB

 

Artigo 1º – A CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil é uma Associação Civil, de natureza religiosa, sem fins econômicos e lucrativos, com duração indeterminada, organizada, com autonomia que lhe é concebida pelo § 1º do artigo 44, do Código Civil, conforme Lei 10.825/2003, com fundamento no Título II, Capítulo I.

Artigo 5º, Incisos VI e VIII, da Constituição da República Federativa do Brasil e no Código Civil, aprovado pela Lei nº 10.406/2002, de 10/01/2002.

Artigo 2º – A CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil é constituída por prazo indeterminado e tem sua sede na Rua Dr. Carlos Macia, nº 500 Bairro Satélite Iris / SP; CEP 13059-682 no município de Campinas Estado de São Paulo, ficando eleito como competente o foro da Comarca de Campinas / SP.

CAPITULO I

§ Único – A CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil,

Poderá abrir ou fechar filiais em qualquer ponto de território nacional ou internacional, a critério da assembleia geral mediante alteração em seu estatuto assinada por seu presidente e o primeiro tesoureiro obedecendo às disposições legais vigentes.

Artigo 3º – São finalidade da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil:

– manter e zelar pelo seu patrimônio,

– promover a união e o intercambio dos ministros evangélicos do Brasil,

–  atuar para a manutenção dos princípios morais e espirituais,

– zelar pela manutenção da doutrina bíblica, incrementando estudos bíblicos e outros eventos,

– manter o controle de seus órgãos, propugnando pelo desenvolvimento moral e espiritual de seus membros,

– promover e incentivar a proclamação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, através da obra missionária,

– promover o desenvolvimento moral, cultural e espiritual dos ministros evangélicos, mantendo a unidade doutrinária, através de escolas bíblicas, estudos bíblicos e obra missionária,

– promover a educação em todos os seus níveis e assistência filantrópica,

– inscrever e credenciar como membros, os Ministros Evangélicos do Brasil e das Convenções Estaduais exercendo ação disciplinar sobre os mesmos, conforme normas estabelecidas neste estatuto,

– orientar a prática da cidadania de seus membros,

– elaborar, confeccionar e distribuir folhetos evangélicos, com finalidade de difundir o conhecimento de Deus para a salvação da humanidade e colaborar com a sociedade na libertação dos homens e sua regeneração de vida.

Parágrafo Único – Para exercício de suas finalidades, a CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil poderá criar tantos departamento e sedes que se fizerem necessária.

CAPITULO II

DOS MEMBROS, SEUS DIREITOS, DEVERES E DESLIGAMENTOS

Artigo 4º – Membros são aqueles que fazem parte da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, devendo comprovar para sua aceitação, pertencer como Ministro a uma Igreja Evangélica, com sede em Estados Brasileiros.

Parágrafo Único – A mesa Diretora da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil formalizará o processo de recebimento do novo membro por meio da aprovação da maioria de seus membros, em voto abertos, em reunião realizada para este fim, convocada por escrito, nos termos do presente estatuto, com antecedência mínima de 10 (Dez) dias.

Artigo 5º – A CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil terá número ilimitado de membros, admitidas pessoas de ambos os sexos, de quaisquer nacionalidade e condições sociais ou política.

Artigo 6º – São direitos dos membros:

§ 1º – Votarem e serem votados desde que estejam em dias com suas obrigações,

§ 2º – Tomarem parte nas Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias,

§ 3º – O membro que quiser concorrer à eleição para qualquer cargo administrativo da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil deverá estar em dia com suas obrigações para com a Convenção, sendo maior de idade, submetido à votação na forma deste Estatuto,

§ 4º – Para concorrer ao cargo de Presidente da Mesa Diretora o membro deve ter sido aceito há pelo menos 02 (Dois) anos na CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil.

Artigo 7º – São deveres dos membros:

§ 1º – Cumprir o Estatuto e as decisões das Assembleias Gerais e da Mesa Diretora,

§ 2º – Obedecer aos princípios da palavra de Deus,

§ 3º – Prestar ajuda e colaboração a CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, quando para tanto forem solicitados, sempre gratuitamente,

§ 4º – Comparecer as Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, quando convocados,

§ 5º – Prestigiar a instituição e propagar o evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, no espírito cristão,

§ 6º – Cooperar voluntariamente para a conservação do patrimônio da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil,

§ 7º – Sendo eleito a qualquer cargo, inclusive de diretoria, desempenhar suas funções com presteza, desinteressadamente, sem prender ou exigir qualquer remuneração ou participação de seus bens patrimoniais,

§ único – O não cumprimento deste artigo, em qualquer de seus parágrafos, implicará na imposição de advertência escrita ao membro,

                                                                                                                             Artigo 8º – O desligamento de membros, inclusive da Diretoria, se dará havendo justa causa, garantido o direito ao contraditório e a ampla defesa do membro, considerando-se por justa causa a infração a qualquer dos dispostos no presente estatuto e ainda conduta                                                                                                                                   

moral e social incompatível com os preceitos da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, após a aprovação maioria de votos dos presentes através de uma Assembleia Geral Extraordinária, convocada para esse fim com antecedência mínima de 10 (Dez) dias. Consideram-se ainda os seguintes fatos que ensejam o desligamento dos membros,

§ 1º – Os que abandonarem a CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, sem qualquer comunicação,

§ 2º – Os que solicitarem sua exclusão espontaneamente,

§ 3º – Os que praticarem conduta imoral ou contraria aos princípios do evangelho,

§ 4º – Os que não cumprirem seus deveres expressos neste Estatuto,

§ 5º – Por praticarem bigamia,

§ 6º – Por praticarem pedofilia,

§ 7º – Os motivos considerados graves não previstos neste artigo serão resolvidos nos casos omissos através de uma Assembleia Geral Extraordinária convocada para esse fim, lavrada em ata para que se tornem com força estatutária,

§ 8º – Nenhum direito patrimonial, econômico ou financeiro terá quem for desligado da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, ou participação de seus bens, por possuir apenas aquelas qualidades, como também solicitar devolução das ofertas, coletas dos dízimos e outras contribuições que tenham efetuado.

Artigo 9º – Das suspensões: 

§ 1º – Qualquer membro, inclusive da Diretoria, que ficar suspenso por tempo indeterminado, por não ser considerado de justa causa ou falta grave o ato cometido, ficará sem direito de votar e ser votado, devendo ser transcrito em ata aprovada pela maioria dos presentes através de uma Assembleia Geral Extraordinária convocada para esse fim.

§ 2º – Vencendo a sua suspensão, o membro voltará a ter seus direitos, devendo ser transcritos em ata e aprovada pela maioria dos presentes através de uma Assembleia Geral Extraordinária convocada para esse fim.

CAPITULO III

DO CARÁTER DOS RECURSOS E MODO DE APLICAÇÃO

Artigo 10º – Os recursos da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, serão obtidos voluntariamente através de contribuições e doação espontâneas de pessoas físicas e jurídicas, bem como de seus membros, sendo, obrigatoriamente, escrituradas em livros próprios que assegurem sua exatidão.

§    Único – A forma e periodicidade das contribuições dos membros serão regulamentadas em Assembleia Geral, convocadas para esse fim.

Artigo 11º Os recursos da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil serão aplicados integralmente nos pais e na manutenção de seus objetivos sociais.

Artigo 12º – É vedada a remuneração, por qualquer forma, aos cargos de Diretoria e a outros dirigentes, e a distribuição de lucros, dividendos, bonificações ou vantagens de seu patrimônio ou de suas rendas a dirigentes, administradores, mantenedores ou membros, sob nenhuma forma ou pretexto.                                                                                                                                        

Artigo 13º – O patrimônio da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil será composto de bens moveis imóveis e semoventes, que possua ou venha possuir, por qualquer modalidade de direito, os quais serão escriturados e registrados em seu nome.

CAPITULO IV

DOS ÓRGÃOS

Artigo 14º – São órgãos da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil,

Assembleia Geral,

Mesa Diretora,

Conselho Fiscal.

Artigo 15º – Haverá dois tipos de Assembleias Gerais:

Assembleia Geral Ordinária,

Assembleia Geral Extraordinária.

Artigo 16º – A Assembleia Geral Ordinária é soberana e terá lugar na primeira quinzena de Janeiro a cada 4 (quatro) anos, para eleger a Mesa Diretora e o Conselho Fiscal, procedido por votos de aclamação. Havendo chapa única ou por escrutínio secreto.

§ único – A Assembleia Geral, qualquer que seja seu tipo, será convocada através de Edital, firmado pelo Presidente e afixado na sede da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil no prazo de 10 (Dez) dias de antecedência da data da Assembleia Geral Ordinária ou Extraordinária, contendo local, hora, dia, mês ano e a ordem do dia a ser tratada.

Artigo 17º – A Assembleia Geral Extraordinária se reunirá para tratar de assuntos urgentes e apreciar exclusivamente os casos que motivarem a convocação especial e será realizado a qualquer tempo, hora para resolver os casos surgidos, mediante convocação de 1/5 dos membros da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, ou forma do artigo 16, parágrafo único deste estatuto.

Artigo 18º – Compete a Assembleia Geral Extraordinária:

Eleger substituto, caso de vacância de membros da mesa diretora,

Aprovar contas financeiras,

Alterar o Estatuto, parcial ou totalmente,

Elaborar programas de atividades e executá-lo,

Elaborar plano de trabalho e as propostas orçamentárias,

Contratar e demitir funcionários,

Cumprir exigência do órgão público, e

Resolver casos omissos.

Artigo 19º – Qualquer Assembleia instar-se-á em primeira convocação, com dois terços (2/3) dos seus membros e, em segunda convocação, com a metade mais um.                                                                                                                         

Artigo 20º – A Mesa Diretora terá um mandato de 04 (quatro) anos podendo os seus membros ser reeleitos, sendo composta por 8 (Oito) membros, a saber: Presidente,

(Um) Vice-Presidentes, Primeiro, Segundo, Secretários, Primeiro, Segundo, Tesoureiros, eleitos em Assembleia Geral, convocado para este fim, em escrutínio secreto ou por aclamação, havendo uma única chapa.

§ 1º – Os 8 (Oito) primeiros membros da Mesa Diretora da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, comporão Conselho Consultivo Vitalício, da mesma forma que comporão referido Conselho, Os Presidentes da Mesa Diretora, ao fim de seus mandatos.

§ 2º – Competirá aos membros do Conselho Consultivo Vitalício a emissão de parecer, quando previamente consultado pela Mesa Diretora, exercendo papel de aconselhamento doutrinário e espiritual aos membros da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil.

CAPITULO V

DA COMPETÊNCIA DOS MEMBROS

Artigo 21º – Compete ao Presidente da Mesa Diretora:

Cumprir e fazer cumpri este Estatuto,

Representar a CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente, em juízo ou fora dele,

Convocar e presidir a Assembleia Gerais Ordinária, Extraordinária e as reuniões,

Cumprir e fazer cumprir todos os artigos, parágrafos e incisos deste Estatuto,

Solicitar autorização da Mesa Diretora para ausentar-se de suas atividades por mais de 60 (Sessenta) dias.

Artigo 22º – Ao Vice-Presidente, cumulativamente, compete,

Substituir interinamente o Presidente nas suas faltas, ou impedimentos, ou vacância,

Auxiliar o Presidente no que for necessário.

Artigo 23º – À Primeira Secretaria compete,

Redigir as competentes atas e lê-las para aprovação,

Ter boa ordem o arquivo da secretária,

Ler anualmente, em janeiro de cada ano, o relatório da secretaria, ou quando solicitado pelo presidente, a qualquer tempo.

Artigo 24º – Ao Segundo Secretário compete:

Substituir a Primeira Secretaria interinamente nas suas faltas, ou impedimentos, ou vacância e,

Auxiliar a primeira Secretaria no que for necessário.

Artigo 25º – Ao Primeiro Tesoureiro compete:

Superintender todos os movimentos da Secretária,

Fazer todos os pagamentos mediantes comprovantes em nome da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, mantendo sob sua guarda os documentos contábeis,

Ter uma boa ordem e com clareza as escriturações de todas as receitas e despesas da entidade.

Receber e manter sob guarda as contribuições em dinheiro até sua final destinação,                                                                                                                                       

Prestar contas, de acordo com a técnica contábil, anualmente, do movimento financeiro a Mesa Diretora.

Artigo 26º – Ao Segundo Tesoureiro compete,

Substituir interinamente o Primeiro Tesoureiro, nas suas faltas, impedimentos ou vacância,

Auxiliar o Primeiro Tesoureiro no que for necessário,

Artigo 27º – Ao Conselho Fiscal, composto de 02 (Dois) membros, compete,

Examinar os Livros da Tesouraria, conferir as somas e os valores dos documentos se está de acordo com os grafados nas notas fiscais, recibos e comprovantes de pagamento, etc.

Dar o parecer as Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias concernentes aos movimentos financeiros executados pelos tesoureiros, esclarecendo que não encontraram nenhuma irregularidade em suas gestões e em caso contrário, deverá tomar medidas para soluciona em amor e verdade.

Artigo 28º – Fica vedado ao Vice-Presidente e a outro membro da Mesa Diretora, quando substituir o Presidente interinamente, em suas faltas, impedimentos ou vacância, fazer operações estranhas ao interesse da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, tais como avarias, penhoras, passar procurações, vender bens patrimoniais, fazer reforma total ou parcial deste Estatuto, ou modificar estruturas da CGMEB, como doutrinas e os bons costumes impostos pela entidade.

CAPITULO VI

DA PERDA DE MANDATO

Artigo 29º – Em caso de vacância do cargo de presidente, antes do término de seu mandato, o novo presidente será eleito e empossado através de uma Assembleia Geral Extraordinária, convocada para este fim, com Edital afixado na sede da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, no prazo mínimo de 10 (Dez) dias corridos.

§ 1º – A perda do mandato será declarada através de uma Assembleia Geral Extraordinária, convocada para este fim, depois de a mesa Diretora tiver julgado o acusado, cabendo-lhe pleno direito de exercer sua defesa.

§ 2º – O novo Presidente será eleito e empossado com aprovação da maioria dos presentes, que cumprirá seu mandato pelo período remanescente de seus antecessores.

Artigo 30º – No caso de vacância do Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros e Membros da Comissão de Contas Relator de Finanças, caberão ao Presidente da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, designar uma Assembleia Geral Extraordinária, que será convocada com o fim de eleger outro substitutivo do cargo vago.

CAPITULO VII

DAS ELEIÇÕES

Artigo 31º – As eleições para a Mesa Diretora e Conselho Fiscal realizar-se-ão, conjuntamente, de quatro em quatro anos, na primeira quinzena de janeiro, por chapa completa de candidatos apresentada a Assembleia Geral, podendo seus membros ser reeleitos para mandato consecutivo.

Artigo 32º – As eleições para a Mesa Diretora e o Conselho Fiscal serão convocadas por Edital fixado na sede, com antecedência mínima de 60 (Sessenta) dias, do termino de seus mandatos. Nos primeiros 15 (Quinze) dias deverão ser registradas na secretaria as chapas concorrentes.

Artigo 33º – O processo eletivo será dirigido por uma Comissão Eleitoral composta por 01(Um) membro de cada chapa inscrita, por 01(Um representante da Diretoria, que irá presidi-la. A comissão Eleitoral definirá o Regimento das eleições com antecedência mínima de 20 (Vinte) dias do início do processo eleitoral, e a apuração será feita imediatamente após a eleição e será considerada eleita a chapa que obtiver o maior número de votos validos.

§ 1º –   Podem ser eleitos a qualquer cargo os associados maiores de 18 (Dezoito) anos, com pelo menos 02 (Dois) anos de voluntariado junto à CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, que estejam quites com suas obrigações.

CAPTULO VIII

DOS BENS

Artigo 34º – Os Bens da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil

Serão Administrados pela respectiva Diretoria, cujo Presidente e o Primeiro Tesoureiro assinarão em conjunto os documentos oficiais da entidade, bem como cheques, procurações, títulos e contratos em geral, escritura pública, vendas e aquisições dos bens patrimoniais sendo nulo o documento com assinaturas singular, não produzindo qualquer efeito legal.

Artigo 35º – O patrimônio da CGMEB será constituído:

Dos dízimos e ofertas dos membros, Das doações, legados, bens e valores adquiridos e suas possíveis rendas, e arrecadação feita pela CGMEB, através de festas e outros eventos desde que revertidos totalmente em benefícios da CGMEB,

Dos alugueis de imóveis e de títulos,

CAPÍTULO IX

Artigo 36º – A associação poderá ser extinta por deliberação dos associados, em qualquer tempo, desde que seja convocada uma assembleia geral extraordinária para tal fim que deverá observar as regras previstas no parágrafo único do artigo 16º do presente estatuto. Poderá também ser extinta por demais formas prevista em lei.

Artigo 37º – Em caso de dissolução da entidade, o patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada como associação privada, preferencialmente com o mesmo objetivo social.

Artigo 38º A CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, terá número de CNPJ para cada estado Brasileiro o mesmo será administrado pelo o seu departamento contábil da CGMEB, Presidente de estado prestará conta mensalmente de toda as doações, e bens e valores adquiridos pela CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil.

§     Único – É obrigatoriamente preencher relatório e em caminha ao departamento contábil da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil.

    Artigo 39º – A CGMEB Convenção geral dos Ministros Evangélicos do Brasil, como Pessoa Jurídica, responderá com seus bens pelas obrigações por ela contraídas e não os seus membros, individual ou subsidiariamente, com seus bens particulares.

Artigo 40º – Este Estatuto poderá ser reformado mediante o voto favorável da maioria absoluta dos membros da CGMEB Convenção Geral dos Ministros Evangélicos do Brasil.

Artigo 41 – Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pelas disposições do Código Civil, aplicadas de forma subsidiaria. Artigo 42º – O presente Estatuto entrará em vigor na data de seu registro na forma da Lei Civil junto ao competente Cartório de Registro Civil.                    

Declaração de Fé CGMEB

 

 

I – Da Bíblia Sagrada (Bibliologia)

Cremos que as Escrituras Sagradas do Antigo e do Novo Testamento são plenamente inspiradas por Deus e infalíveis no original. Que elas foram escritas por homens inspirados pelo Espírito Santo, que usou as personalidades destes para compor e registrar a revelação única e concreta de Deus. Cremos que as Escrituras Sagradas constituem a única e suprema Regra de Fé e Prática para os cristãos. (Mt 5:17,18; 24:35; Jo 10:35; 17:17; *II Tm 3:16-27; *II Pe 1:20,21).

II – De Deus (Teologia)

Confessamos um só Deus, infinito, pessoal e verdadeiro, criador e Senhor de tudo o que existe, onipotente, onisciente, onipresente, imutável, santo, benigno e misericordioso. Este único Deus existe eternamente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso, reconhecemos diversidade na Sua unidade e unidade na sua diversidade … três pessoas em uma essência(natureza). (Gn 1:1,2,27; Sl139; Is 9:6; *48:16; Mt 28:19; II Co 13:13; Tg 1:17).

III – De Jesus Cristo (Cristologia)

Confessamos que Jesus Cristo é eternamente o Filho unigênito de Deus, e que, sendo Deus, é da mesma essência(natureza), poder e glória do Pai. Ele foi concebido sobrenaturalmente pelo Espírito Santo e nasceu da virgem Maria, possuindo assim duas naturezas, sendo verdadeiramente divino e humano. Como Deus-homem, ele é tanto o exemplo a ser seguido em sua humanidade, quanto o Deus a ser adorado em sua divindade. Na sua morte expiatória na cruz, sendo plenamente homem, Jesus Cristo morreu em nosso lugar, pagando o salário dos pecados de todos os que nEle crêem, e sendo Deus, sua morte tem valor infinito para os mesmos. Cremos, também na ressurreição corporal de Jesus, sendo visto por mais de quinhentas pessoas. Ele ascendeu aos céus e está à destra de Deus, agindo como nosso intercessor e advogado, sendo o único Mediador entre Deus e os homens. (Lc 1:35; *Jo 1:1-4,14,18; 10:30; 14:6; 20:28; At 2:30-33; *I Co 15:1-5; I Tm 2:5; Hb 1 e 2; I Jo 2:1).

IV – Do Espírito Santo (Pneumatologia)

Confessamos que a pessoa do Espírito Santo é da mesma essência(natureza), poder e glória do Pai e do Filho, e que, sendo Deus, executa a vontade de Deus Pai na terra. Desse modo, o Espírito é agente na criação do universo, na inspiração da Bíblia, na consciência do homem e no testemunho da verdade divina… convencendo o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Quanto à regeneração e santificação do indivíduo, o Espírito Santo batiza todo cristão no Corpo de Cristo, passando a habitá-lo, selando, guiando e ensinando o convertido, distribuindo dons espirituais. Quanto aos dons de profecia, cura e línguas, não os negamos, mas insistimos na cautela e estrita obediência às exigências neo-testamentárias com respeito à sua prática. Toda obra do Espírito Santo exalta a pessoa de Jesus Cristo. (Jo 3:8; *14:16,17,26; *16:7-11; At 5:3,4; *I Co 12:13; Ef 1:13,14; 5:18; Tt 3:5).

V – Do Homem

Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus, isto é, de forma pessoal, finito, perfeito e imortal. Adão e Eva, criadas sem defeito por ato miraculoso, sendo assim os pais de todos os seres humanos. Por isto, todos os homens possuem os mesmos primeiros pais, independente de sua ascendência, nível social, cor ou nacionalidade. (*Gn 1:26-28; *2:18-24; 3:20; Dt 10:17; Lc 3:38; Tg 3:9).

VI – Do Pecado (Hamartiologia)

Cremos que, por causa da desobediência de Adão, o pecado entrou na raça humana tornando todo homem um pecador, em estado de inimizade contra Deus. Reconhecemos que o homem é incapaz de agradar a Deus ou merecer de algum modo sua salvação. Esta rebeldia fundamental entre o homem e seu Criador também se manifesta nos níveis psicosomático, familiar, sociológico e ecológico. (*Gn 3:1-7; *Rm 1:18-23; 3:23; 6:23; Ef 2:1-5; 4:17-19; Tt 3:3).

VII – Da Salvação (Soteriologia)

Cremos que o perdão dos pecados e a reconciliação com o Criador constituem o dom gratuito de Deus, podendo ser apropriado somente através da fé em Jesus Cristo como Deus e substituto pessoal pelo castigo dos nossos pecados. Confessamos que Cristo morreu pelos pecados de todos os homens, propiciando assim a reconciliação entre Deus e os homens. Esta salvação realiza-se somente através da fé individual em Jesus Cristo, como Salvador e Senhor. A rejeição da salvação em Cristo faz com que o homem permaneça sob a ira de Deus. Sendo salvo, o ser humano é remido, justificado, reconciliado, feito filho de Deus, herdeiro da vida eterna, membro do Corpo de Cristo e santuário do Espírito Santo, devendo viver digno desta posição em santificação e submissão à vontade de Deus. (Mc 10:45; *II Co 5:17-21; Ef 1:3-14; Tt 3:4-7; Hb 9:14-10:14; I Jo 2:2; Ap 5:9).

VIII – Da Vida Cristã

Cremos que o novo nascido, através de Jesus Cristo, é equipado com todo o necessário para agradar a Deus e andar vitoriosamente sobre o pecado por meio da fé e obediência à Palavra de Deus e submissão ao Espírito Santo. Assim, a vida cristã nos convoca à um comportamento santo, tendo em vista o desenvolvimento da nossa vida devocional, do amor ao próximo, da prática de boas obras, do exercício dos dons espirituais e do bom desempenho na batalha espiritual. Reconhecemos, ao mesmo tempo, a liberdade, no Espírito, do indivíduo nas questões controvertidas da prática cristã, dentro dos limites do Novo Testamento, sabendo que Deus age com cada um de Seus filhos de uma forma especial.(*Rm 6:3-11; 14:1-13; I Co 10:23-33; Gl 2:20; 5:18-23; *I Ts 5:23; Hb 4:12).

IX – Da Igreja (Eclesiologia)

Cremos na igreja universal, iniciada em Pentecostes, sendo o Corpo, a Noiva de Jesus Cristo, constituída por todos aqueles que são regenerados pela fé no sacrifício remidor de Jesus Cristo e portanto batizados recebendo o Espírito Santo. Atualmente, esta igreja pode ser constatada visivelmente na forma de igrejas locais, isto é, grupos de pessoas que confessam sua fé em Jesus Cristo, que foram batizados e que se organizaram para fazer a vontade de Deus. A Igreja neo-testamentária destaca-se pela prática da adoração, aprendizagem, comunhão e evangelização (obedecendo à Grande Comissão de Jesus Cristo – Mt 28:18-20; Mc 16:15,16), sob a liderança de ministros qualificados. Além disso, executa as duas ordenanças bíblicas: o batismo e a ceia do Senhor. (Mt 16:18; *At 2:42-47; I Co 1:1,2; 11:23-31; *Ef 1;22,23; I Tm 3:1-12; Tt 1:5-9).

X – Dos Anjos e dos Demônios (Angeologia e Demonologia)

Cremos na realidade do mundo sobrenatural, incluindo anjos bons que ministram (servem) a Deus e aos santos. Cremos também na realidade de Satanás e seus anjos malignos, que, no exercício de seu livre arbítrio, rebelaram-se contra o Criador, e agora dominam o mundo, agindo de modo organizado contra Deus e seus filhos. Estes serão punidos no lago de fogo para sempre. (Is 14:12-15; *Ez 28:12-17; Jo 14:30; II Co 4:4; *Ap 12:9,10; 20:1-5).

XI – Da Evangelização

Cremos que todos aqueles que nunca aceitaram o Evangelho de Cristo estão perdidos (condenados à separação eterna de Deus), sendo que nós temos a solene missão de pregar o Evangelho de Cristo (a salvação) a toda criatura em todo lugar. Cremos que a obra da evangelização do mundo não será consumada senão através da ação missionária, implantando igrejas locais entre todas as etnias da terra. (*Mt 28:18-20; Mc 16:15; *At 1:8;13:1-4; Rm 10:13-15).

XII – Das Ordenanças

  1. a) Do Batismo– Cremos que o batismo cristão é a imersão do crente na água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo para simbolizar e testemunhar publicamente sua fé no Senhor, considerando-se com Ele crucificado, sepultado e ressuscitado.
    b) Da Ceia do Senhor– Cremos que a Ceia do Senhor é um privilégio somente para os crentes em Jesus Cristo, os quais no uso sagrado do pão e do vinho comemoram juntos o amor de Cristo, provado em Sua morte, devendo sempre ser precedida de um sincero exame íntimo.

Cremos que a Igreja deve praticar estas ordenanças do Senhor que transmitem ricas bençãos para o crente, porém, não são requisitos para sua salvação. (*Mt 28:18-20; 26:26-30; Mc 14:22-26; Lc 22:14-20; *I Co 11:23-26 ).

XIII – Do Fim dos Tempos (Escatologia)

Cremos na volta pessoal e visível de Jesus Cristo a este mundo para arrebatar a Sua Igreja. Cremos também, na ressurreição, e que após o julgamento, os salvos irão para a vida eterna com Deus e os perdidos para a eterna separação de Deus e a condenação perpétua no lago de fogo. (*Mt 25:31-46; II Co 5:10; II Ts 1:7-10; Ap 19:7-9; *20:1-15; *22:1-5 ).

FORTAM

CEIM

Conheça mais
sobre a FORTAM-CEIM

CEIM
CAPELANIA EVANGÉLICA INTERNACIONAL MILITARIZADA
FORTAM -
FORÇA TAREFA DEFESA AMBIENTAL

CEIM-FORTAM CAPELANIA

aguardem...

CEIM - CAPELANIA EVANGÉLICA INTERNACIONAL MILITARIZADA

CEIM-FORTAM CAPELANIA

Faça o Curso de Capelania CEIM-FORTAM

CAPELÃO

Como um ministério dedicado ao cuidado espiritual em diversas esferas, incluindo hospitais, presídios, escolas e comunidades. Este tópico aborda a missão do capelão, destacando a empatia, a orientação espiritual e a consolação como elementos essenciais, e destaca a relevância desse ministério no auxílio a indivíduos em momentos de desafio e transição.

VALOR DO CURSO de CAPELANIA CEIM-FORTAM R$ 400,00

CEIM - CAPELANIA EVANGÉLICA INTERNACIONAL MILITARIZADA

RELAÇÃO DE CAPELÕES MILITARIZADOS DA CEIM

Pr Dr. Antônio Raimundo Filho

Coronel Capelão Comandante
Geral da CEIM QG - MG Presidente da CEIM
Registro: 000 1-MG
Presidente da CGMEB
Presidente Igreja AD CGMEB

Pra. Neuza de Jesus Nascimento

Tenente Coronel Pra. Capelã CEIM
Registro: 000 17-MG
Pouso Alegre-MG
Igreja AD CGMEB

Pr. Cruvinel Batista da Silva
Cel. 35 997326661

Tenente Coronel Capelão CEIM
Registro: 000 16-MG
Guaranesia - MG
Igreja Palavra Viva Independente

Pr. Anselmo Santos Melo
Cel. 61 99691-7274

Coronel CEIM Sub Comandante Geral
Registro: 000 20 -DF
Samambaia Norte - DF

Pr. Rael Antônio de Oliveira
Cel. 87 99637-1285

Tenente Coronel Pr. Capelão CEIM
Registro: 000 18-PE
Presidente CGMEB PERNAMBUCO
Presidente da Igreja MNAMO
Canhotinho-PE

Pr. Ivan Aguiar Silva
Cel. 98 99243-3109

Capitão CPL Sub Comandante CEIM
Registro: 000 21-MA
Igreja Presbiteriana
Chapadinha - MA

Pr Jerônimo Gerôncio Pereira
Cel. 83 996351924

Capitão CPL Sub Comandante CEIM
Registro: 000 13-PB - Patos-PB
Presidente da CGMEB PARAÍBA
Presidente AD da Missão Itajaí

site: pb.cgmeb.org

Pr Armando de Lima Pontes


2º Tenente CPL CEIM FORTAM
Registro: 000 04-MG

Anderson Silva Nogueira

2º Tenente CPL
Registro 00663-MG

CEIM-FORTAM CAPELANIA

CAPELÃO

Como um ministério dedicado ao cuidado espiritual em diversas esferas, incluindo hospitais, presídios, escolas e comunidades. Este tópico aborda a missão do capelão, destacando a empatia, a orientação espiritual e a consolação como elementos essenciais, e destaca a relevância desse ministério no auxílio a indivíduos em momentos de desafio e transição.

DESCRIÇÃO DO CURSO

  • Apostila (via PDF)
  • Certificado Registrado pelo MEC (via PDF)
  • Valor do Curso R$ 400,00

METODOLOGIA DO CURSO

  • PROVA
  • Apostila do curso para estudo (via PDF)

Manual do Capelão CEIM-FORTAM

CEIM – CAPELANIA EVANGÉLICA INTERNACIONAL DA CGMEB
CONVENÇÃO GERAL DOS MINISTROS EVANGÉLICOS DO BRASIL
CURSO INTENSIVO DE CAPELANIA

MANUAL DO CAPELÃO

Revisão gramatical, textual e alterações: Dr. Pr. Antônio Raimundo Filho Ministro Evangélico Professor e Doutor em Teologia. Coronel Capelão Comandante Geral, da CEIM – CAPELANIA EVANGÉLICA INTERNACIONAL MILITALIZADA Diretor Presidente do IBTB. Presidente Nacional e Internacional da CGMEB.

INTRODUÇÃO: O capelão pode simbolizar o cuidado, o amor e a presença de Deus na vida de um paciente, um aluno, um soldado um detento ou um profissional na Instituição onde trabalha. Uma de suas tarefas é compartilhar a realidade do amor de Deus à pessoa e ajudá-la a mobilizar todos os seus recursos espirituais em direção a fé, a saúde, a paz mental e emocional.

O QUE É CAPELANIA?

Nome dado aosserviçosreligiososprestadosporoficiaistreinados e teveorigemnasforças armadas do exércitoem 1776. Conta-se que na França, um oficial Ten. Martinho aoencontrar um homemabandonadonaruadebaixo da chuva e frio, cortousuacapa e o cobriu num ato de solidariedade, humanismo, caridade, ajuda e amor aopróximo;

A outra metade da capa foi guardada em um baú especial chamado CAPELA de onde se originou esse termo, que literalmente significa o lugar onde se guarda a capa, o encarregado de proteger a capa era chamado de CAPELLANUS, que em português é CAPELÃO, provem desta história a concepção de que capelães tem como missão repartir e oferecer o amor de Deus a todos que estão em necessidade.

O QUE O CAPELÃO FAZ? O Capelão, integrante da equipe multidisciplinar de saúde, é uma pessoa capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos, confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com esperança em Deus e na medicina.

Oferece aconselhamento espiritual e apoio emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da saúde.

É importante elo com a comunidade local.

A capelania legalmente constituída, representada por capelães preparados para tal função, usando-se o princípio da hierarquia, da disciplina e o bom senso, a maneira de trajar-se, a maneira no trato pessoal, a boa formação acadêmica e, sobretudo, espiritual e respeitadas as normas próprias de cada instituição, é assegurado o direito de entrar e sair a qualquer hora. Levar conforto e apresentar o plano da salvação aos aflitos e necessitados.

É um ministério de evangelização e consolo, trabalhando junto aos médicos, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, militares, visando um atendimento às pessoas que sofrem levandoos conforto em hora de aflição e transmitindo ensinos bíblicos de que cada pessoa que passe pelo hospital tenha um encontro pessoal com Jesus Cristo.

Nos hospitais o trabalho é realizado com os pacientes internados (leito a leito), seus familiares, e também com os funcionários, ajudando-os a encontrar o caminho, Jesus Cristo. CAPELANIA NOS TERMOS DA LEI CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1988 “Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;” SERVIÇO VOLUNTÁRIO LEI Nº 9.608, DE 18 DE FEVEREIRO DE 1998 Dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o Considera-se serviço voluntário, para os fins desta Lei, a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou a instituição privada de fins não lucrativos que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa. (Redação dada pela Lei nº 13.297, de 2016) Parágrafo único.

O serviço voluntário não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista previdenciária ou afim. Art. 2º O serviço voluntário será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as condições de seu exercício. Art. 3º (. ) Art. 3o -A. (Revogado pela Lei nº 11.692, de 2008) Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 18 de fevereiro de 1998; 177º da Independência e 110º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Paulo Paiva LEI Nº 6.923 Autoriza a exercer Capelania nas Forças Armadas LEI No 6.923, DE 29 DE JUNHO DE 1981. Dispõe sobre o Serviço de Assistência Religiosa nas Forças Armadas.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I Da Finalidade e da Organização Art . 1º – O Serviço de Assistência Religiosa nas Forças Armadas – SARFA será regido pela presente Lei. Art . 2º – O Serviço de Assistência Religiosa tem por finalidade prestar assistência Religiosa e espiritual aos militares, aos civis das organizações militares e às suas famílias, bem como atender a encargos relacionados com as atividades de educação moral realizadas nas Forças Armadas.

LEI Nº 9.982, DE 14 DE JUHO DE 2000 Dispõe sobre a apresentação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais. Parágrafo único. (VETADO) Art. 2o Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1o deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional. Art. 3o (VETADO) Art. 4oO Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias. Art. 5oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Gregori, Geraldo Magela da Cruz Quintão, José Serra LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 – DOU DE 16/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Dispões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 124. São direitos do adolescente privado de liberdade, entre outros, os seguintes: XIV – receber assistência religiosa, segundo a sua crença, e desde que assim o deseje; LEI Nº 7.210, DE 11 DE JULHO DE 1984. Institui a lei de Execução Penal. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: SEÇÃO VII Da Assistência Religiosa Art. 24. A assistência religiosa, com liberdade de culto, será prestada aos presos e aos internados, permitindo-se-lhes a participação nos serviços organizados do estabelecimento penal, bom como a posse de livros de instrução religiosa. § 1º No estabelecimento haverá local apropriado para os cultos religiosos.

OBJETIVOS DO MINISTÉRIO DE CAPELANIA:

O Ministério de Capelania tem como objetivo junto às entidades hospitalares públicas e privadas, estabelecimentos prisionais civis ou militares, sanatórios, quartéis das forças armadas e auxiliares, prestar aos internados:

  1. Atendimentodiáriodiuturnamenteleito a leito;
  2. Cultos com pacientes e familiares e servidores;
  3. Aconselhamentobíblico e estudosbíblicos;
  4. Atendimentopsicológicoaosfamiliares;
    1. Aconselhamentoaospacientesterminais;
  5. Programação especial emdatascomemorativas;
    1. Palestras para profissionais de saúde e servidores que voluntariamentemanifestaremodesejo de estudar a bíblia, gratuitamente.

Onde se pode exerce a CAPELANIA – Escolas – Presídios – Hospitais – Quarteis Militares –

Cemitérios – Sindicatos – Empresas – Clubes – Creches – Condomínios – Instituições Públicas (Câmara, Prefeitura…) – TIPOS DE CAPELANIA: CAPELANIA SISTEMÁTICA Se compreende na ministração da capelania sistemática o seguinte:

  • Que CapelaniaEvangélica é umavisãobíblica A capelanialegalmenteconstitui,representantescapelãestreinados para seutrabalho, usando o bom senso, ostrajes, tratamento e formaçãoacadêmica, e principalmenteespiritual e respeitada as normas de cadainstituição, assegurado o direito de entrar e sair a qualquerLevando o conforto e apresentar o plano de salvaçãoaosnecessitados. É ministério de evangelização e consolo, que visa atendimentoaoshomens que sofremlevando o confortoem hora de aflição e transmiteensinosbíblicos de que cadapessoanecessita. MC. 16:15.
  • Váriostrabalhos e estudosnosúltimosanosnosdánotícia da grande benefice narecuperação de doentes e necessitados a umaassistênciaespiritual. A féunicamentepoderosa auxilia natravessia dos angustiadosnosmomentos de opressão e sofrimento. O confortoespiritual, dando animo e esperança, independente de crençaoureligião, auxiliandonamantença do equilíbrioemocional, tãoimportante nesses momentosmaisdelicados da vida de todohomem, comovemsendocomprovado pela ciência, que jáencaraestaspessoascomo um ser totalmente, numaabordagemholística.
  • A capelania é serviçovoluntárioounão, com o fito de atenderpessoas que necessitememsituaçõesextraordinárias. Nãoháproposta de conversão, doutrinaçãoou de cruzadaevangelistaem benefice de umareligião. Relatando o amparo fraternal, de converter gradualmente e positivamente, da consolação do sofrimento do semelhante. Tal missãodeve sempre ser conduzida de forma racional. Peranteosresultadospositivosjáobtidos, por que nãoestender o serviço a todos, oferecendoa um númerogrande de pessoas o socorroespiritual e fraternal emsituaçõesdelicadas. Enfimcapelaniaevangélica é visãobíblica: MT. 25:31-46.

CAPELANIA MISSIONÁRIA CONTEÚDO DA ORDEM MISSIONÁRIA

  1. ObediênciaInquestionável. A primeirapalavra da ordemmissionária de Jesus é “Ide”. Esta palavra é um verbo no modo imperativo, exigindoumaaçãodecisiva.

Apesar disto, muitas vezes o trabalho de evangelização não vai além de projetos e planejamentos. Ainda se repete em nossos dias aquilo que Débora, no seu cântico de louvor a Deus, depois da vitória sobre os reis de Canaã, falou sobre a tribo de Rubem, ela disse: “Nas correntes de Rubem foram grandes as resoluções do coração… porque ficaste tu entre os currais?… nas divisões de Rubem não fez como a tribo de Zebulon, que expôs a sua vida a morte” (Jz 5.18).

Ela ficou no meio dos currais, com grandes planos e projetos. Jesus não convidou os discípulos para somente fazerem planos e projetos. Ele os mandou ir ao campo, que é o mundo. E para quê?

  1. “Ensinando as nações”. A palavra “ensinando” aquiescritavem da palavragrega “matheteuo” que significa: “fazerdiscípulos”. Nesse sentidoelesóapareceaqui e em Atos 14.21. Jesus disse: “Ide portodo o mundo e pregai o evangelho que oshomensserãotransformadosemdiscípulos” Mc 16.15. Em Rm 1.16 vimos que a palavra da cruzaindatempoder.
  2. “Batizando-as emnome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. Como se vê, o batismoemáguasfazparte da ordemmissionária de Jesus. Os salvos devem, pelobatismo, unir-se à Igreja. Osapóstolospraticavamestaordem; deste modo forambatizadosos que de bomgradoreceberam a suapalavra, e naquelediaagregaram-se quasetrês mil almas.

Atos 2.41. c) “Ensinado-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. A palavra grega usada aqui para “ensinando” é “disdasko” e significa: “Instrução”, ensinar aos crentes é uma ordem de Jesus. E isto nos mostra a grande importância do ensino, da qual depende a consolidação da vida espiritual da igreja. Existe um ministério especial no tocante ao ensino. Atos 4.11; mas, todos os que evangelizam devem dar também a sua cooperação neste sentido, como fez o casal: Áquila e Priscila. Atos 18.26.

CAPELANIA HOSPITALAR

Objetivo Geral: Prestar Assistência Espiritual e Humanitária aos enfermos, com ênfase no amparo social aos familiares carentes e se necessário também aos profissionais da saúde, sem distinção de raça ou credo.

COMO DESENVOLVER A CAPELANIA HOSPITALAR

Sabendo que nos hospitais é um lugar onde as pessoas se encontram com muita carência de uma palavra de ânimo e consolo, pois elas se sentem frustradas, angustiadas com o sofrimento ali vivido. A capelania propõe levar aos enfermos, um apoio para superar essa difícil fase, ministrando-lhes a Palavra de Deus, juntamente com uma poderosa oração.

A CAPELANIA ENTENDE QUE PARA ESTA OBRA PRECISA DE:

  • – Ter a certeza e a convicção da chamada de Deus para o Ministério – Jo 15.16
  • – Ser dedicadoaoração e leitura da palavra de Deus (Bíblia) – Os 6-3
  • – Ser cordial amável e humilde e atencioso – Mateus 11-29
  • – Ser amigo dos profissionais da área da saúdenoshospitais.
  • – Estar sempre disponívelaatenderoschamados dos hospitais e familiares.
  • – Procurarapresentar-se sempre bemhigienizado e com boa aparência.
    • – Procurarestar sempre sorrindo e de bom humor para com todos. Ml. 3-18.
      • – Lembrando sempre que as pessoasdoentesestãofragilizadas e muitasvezesangustiadasesemesperança 9 – Oscapelãesvãoaoshospitais para levaremumapalavra de conforto, fé e esperança.

CAPELANIA DE ASSITÊNCIA EM AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO

Há uma importância Evangélica Bíblica de dar assistência aos que estão com fome, nus, conforme escrito em Mateus 25:35-36. É ordem do Senhor Jesus; aperfeiçoa a fé conforme está escrito em Tiago 2:22. Capelania de Assistência em Ação Social com Fundamentação Bíblica:  Provérbios 22:6 –

A responsabilidade do Assistente de Ação Social de Ensinar.  Mateus 25:35 – Levar para os asilos, creches não apenas o material como alguns mas principalmente AMOR e a ÁGUA DA VIDA pois assim os visitados por nós não mais serão carentes mas filhos de Deus tornando cada um cheio da glória do poder de Deus.  Mateus 28:19-20 – Estamos com a responsabilidade de lembrar daqueles que são esquecidos pela sociedade.

O serviço de Capelania Evangélica na área de Assistência de Ação Social deve produzir UNIDADE nas denominações evangélicas pois prioriza os valores bíblicos que são comuns em todas, João 17:23. O Espírito Voluntário é essencial para o Capelão Evangélico de Assistência em Ação SocialSalmo 51.10-12 Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.

  1. Espírito Voluntário é terhumildade – Mateus 18:4
  2. Espírito Voluntário é ter a motivaçãocerta. ComunicaçãoBíblicaCapelania de Assistência de Ação Social é comunicar com aqueles que estãonosasilos, nosorfanatos, namendicância.

É comunicar com os favelados e com aqueles que se abrigam nas calçadas ou debaixo das pontes. Comunicar significa participar, transmitir. Comunicar é Participar Em Filipenses 3:10 Paulo diz sobre a comunicação que havia das aflições de Cristo nele.

Precisamos participar das dores daqueles que são nosso alvo na Assistência de Ação Social porque estes são alvos do Amor de Deus.

Precisamos nos identificar com aqueles que sofrem como se fossemos nós mesmos. Lembrese do 2º Mandamento dado pelo Senhor Jesus é; “Amara nosso próximo como a nós mesmos” Mt 22:39. Comunicar é transmitir Leia em I Tessalonicenses 2:8. Transmitr o Evangelho e a própria alma. Junto com a Bíblia precisamos transmitir nossa alma que é nosso sentimento e raciocínio. Precisamos ter apreço pelos que vamos atingir e precisamos de verdade valorizálos.

Precisamos ver neles o Propósito de Deus que é de restaurá-los; curá-los; que é dar a eles o verdadeiro sentido para a vida. Precisamos ver o potencial que todos eles têm, independente de como eles estejam no momento que os conhecemos.

Há vários exemplos Bíblicos do encontro de Jesus com gente que talvez não consideraríamos gente mas que Ele amou nos dando exemplo de Capelania Evangélica com Assistência de Ação Social com os desprezados pelos religiosos inclusive. Renúncia Renúncia: deixar voluntariamente ao que se tem direito; recusar, rejeitar. Filipenses 2:7 – Nosso Senhor se esvaziou de sí, renunciando a toda a sua honra, a todo seu poder, e a toda a sua glória, para que através de um ato de capelania, pudesse atingir milhões de pessoas.

Ao perder a sua vida, trouxe vida para outros.

Mateus 20:28 – Servir é fonte para renúncia, porém p prêmio é a caroa para todos aqueles que abrem mão de sua própria vida em favor de outros. Por isso nunca deveremos nos esquecer que em nós não há poder algum, pois todo poder emana de Deus. Combater a separação entre a fé e as obras Tiago 1:22-27.

Não posso ser meramente ouvinte ou espectador da Palavra de Deus, mas pleno trabalhador que apenas obedece e vive um evangelho prático.

Esta prática está em manifestar o amor fraternal, a separação do sistema do mundo e do domínio da língua, este pequeno orgão, mas que pode ser mortal.

Se realmente você tiver fé e não tiver obra, estará de mão vazia diante de Deus. Esta fé é como se estivesse enterrada em um sepulcro. Tiago 2:1.

A fé verdadeira é apresentada quando não temos ascepção de pessoas, ou seja, agir sem qualquer parcialidade.

Nisso se manifesta o amor de Cristo. 1 João 4.20.

Reflexão: Há entre nós muitos brasileiros que estão em grande clamor (Pv 21:13).

  • Sem alimento
  • Sem terras para plantar
  • Sem trabalho Sem casa
  • Filhosescravizadospelasdrogas, pela prostituição, pela ignorância,semhistória (vivemembaixo de pontes e viadutos. Passos Para a Ação Social
  • Engajar-se no trabalhocapelânico
  • Disposiçãoaalcançarosdesfavorecidos
  • Desenvolvermétodos para a ação social
    • Buscaratingir o indivíduo e o grupo Como fazer?

Lembramos o que esta escrito em (1 Co. 13.13) “Agora, pois, permanecer a fé, a esperança e o amor, estes três, porém o maior destes é o amor.” Dar assistência espiritual, isto é Capelania Evangélica sem amor não é Capelania evangélica; é preciso ter amor que signnifica: (Jo 3..16) e (1 Jo 4.16). Em Suma: – Capelania Evangélica é o resultado da fé –

É ministrar a viva esperança – Deve ser feita com amor, ou seja, com Deus em nós, mais do que com a alma que é com nossas afeições, vontades, desejos, razão e compreensão que é nossa vida interior, e isto significa mais do que com a nossa vida interior, e sim com a vida por excelência, ou seja, o reino de Deus dentro de nós (Lucas 17.21).

Façamos tudo com Deus, isto é com amor porque Deus é amor. Isto é com afeição ou sem afeição; com vontade ou sem vontade; com desejo u sem desejo; com emoção ou sem emoção; com o amor de Deus que excede todo o nosso entendimento (Ef 3.19) cheios de toda a plenitude de Deus. A Ética do Capelão Cristão Ética do capelão Evangélico –

O estudo do que é certo e errado do capelão evangélico. A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter.

Razões para se agir de acordo com a vontade de Deus (Motivação)

1ª Desejo de louvar a Deus

2ª Desejo de ajudar os outros – beneficiar, edificar, e não prejudicar. 3ª Desejo de compreender sua própria pessoa.

Modelo, Padrão, Regras e Princípios

1º Somos libertos da maldição e condenação da lei 2º Somos libertos de nos justificarmos por meio da lei.

3º Temos liberdade para cumprir a lei, alegres e voluntariamente pelo poder (carisma) que o próprio Deus provê. Forma:  Obediência  Culto  Testemunho  Desembaraço

A Dignidade do Capelão Evangélico Dignidade significa título ou cargo que confere ao individuo uma posição graduada; é a autoridade moral; honestidade; honra; responsabilidade. Isto está totalmente relacionado ao procedimento, isto é, a ação.

O procedimento deve ser motivado pela autoridade que só pode ser conservada pela dignidade do Capelão Evangélico. Visão “porque tive fome e deste-me de comer; tive sede e deste-me de beber; estive estrangeiro, e hospedaste-me; estava nu e me vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão e fostes ver- me” (Mateus 25. 35-36) Administração de serviço social por excelência aos carentes (mendigos, desempregados, favelados); Asilados (crianças e idosos em asilos); doentes (hospitalizados ou em tratamento médico); e Presos (presidiários ou apenados).

Objetivos – Preparar pessoas par o serviço social conforme a visão citada, através de cursos de especialização. – Conservar a ética e o caráter necessários para o sucesso almejado pelos idealiadores o projeto – Darsuporte aos visitadores e capelães evangélicos. –

Representar a classe dos visitadores evangélicos e capelães tendo para isso um conselho de classe.

Valores – Fé – Ética – Espírito Voluntário – Compromisso – Dedicação – Excelência Conclusão Precisamos levar aqueles que visitamos, a perspectiva de não apenas ouvir boas novas, mas ver Deus.

Receber Jesus como Aquele eu é muito mais que religião.

O Senhor Jesus, não é apenas uma filosofia, ideologia, pensamento ou um herói como outros. Jesus é Deus. É palavra com unção.

Quando entendermos a nossa responsabilidade de capelães evangélicos então seremos bem sucedidos, pois com entendimento o Senhor confirma as obras das nossas mãos (Sl 90.17), sem vermos mas só ouvindo nos tornaremos zelosos, mas é a visão que nos habilita para termo fé aperfeiçoada pelas obras que é manifestação da nossa visão por que quem não tem visão é cego, isto é enfermo na fé (Rm 14.1) e não pode ser capelão. Capelão tem fé sadia (Tt 1.13, 2.2).

CAPELANIA FAMILIAR DEUS E A FAMÍLIA SL 128

A família é a base da sociedade, e Deus quer a preservação da família, num todo. Conforme está no SL 128.

  • A bemaventurança é umacerteza da presença de Deus no seio da família.
  • A prosperidade material e a felicidade, também.
  • A harmonia do lar; entre familiares com a unção de Deus.
  • A bençãoaosobedientes a Deus no contexto
  • A visão de bens todososdias.
    • A paz que Deus garanteoferece à família. Diante destetextopodemosinterpretar que afamília é umadádiva de Deus para adorá-lo, exaltá-lo; e honrá-lo nasuasações

GRUPOS DE EVANGELISMO PARA INFANTO-JUVENIS

Muitas Igrejas e até os próprios pais tem deixado passar de forma despercebida, o quanto é necessário que as crianças e adolescentes sejam evangelizados, até porque são eles portadores de uma capacidade de percepção muito ativa, fazendo que aprendam por imitação, discriminando atitudes certas e erradas de acordo com o padrão de ensino que recebem. Compreendem-se, portanto, os desígnios malignos, introduzidos no mundo com pretexto de modernidade, para seduzir crianças e jovens às práticas libertinas.

É preciso que as instituições religiosas, junto aos pais, despertem-se para este fator de suma importância e elaborem atividades e ensinos personalizados aos contextos bíblicos, para que sejam educados nos caminhos em que devem andar, e ainda quando forem velhos não se desviará dele.

CAPELANIA URBANA

Acontecesse em cumprimento das Escrituras. (Jo 15.25; 17.12). Quando chegou ao fim do seu sofrimento, exclamou:”Está consumado!” (Jo 19.30). Jesus mostrou, também, uma grande dedicação, a qual deveu procurar imitar.

Jesus era dominado por íntima compaixão pelos homens e amor pelos pecadores. Compaixão é uma expressão de amor que nos desperta sentimentos de dor e condolência pelo sofrimento de alguém, bem como a vontade de poder ajudar. Jesus mostrou esta atitude diante das massas que o cercavam (Mt 20.34).

Ele nos viu como ovelhas que não tem pastor (Mt 9.36); Ele teve compaixão dos enfermos (Mc 1.41) e dos que sentiam tristezas, compadeceu ternamente dos fracos (Hb 4.15). Jesus quer que o nosso sentimento de compaixão e de misericórdia caracterize a cada crente, consoante o que ele disse: “Sede, pois, misericordiosos”. (Lc 6.36).

Nas moradias sub humanas há um grande clamor conforme esta na palavra de Deus. “Ouve, Senhor, a minha voz quando clamo; tem piedade de mim, e responde-me. Quando Tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração te disse a Ti: O teu rosto, Senhor, buscarei. Não esconda de mim a tua face, não rejeites ao teu servo com ira: tu fostes a minha ajuda, nem me desampares, ó Deus da minha salvação. (Sl: 26. 7-9).

CAPELANIA ESCOLAR A escola é o maior campo missionário dos nossos dias. Ao nos aproximarmos das escolas, conhecemos uma realidade desafiadora. Professores, diretores, alunos e pais estão exauridos em busca de soluções para seus conflitos e percalços.

Esta realidade pode ser vista como uma grande porta aberta para que a igreja brasileira seja relevante em seu tempo, e a Capelania Escolar é o ministério que oferece “pastoreio”, consolo e um ombro confiável para que a pessoa sofrida possa compartilhar sua DOR.

Como posso me envolver no ministério de Capelania Escolar?

Deus nos deu um dom especial (I co 7.7) que deve ser usado para transformar a vida e a realidade das pessoas. Você pode colocar seu dom a disposição de Deus para servir como voluntário em uma escola. É muito importante que você participe de um treinamento para saber os desafios e oportunidades das escolas em nossos dias. • O que é a Capelania Universitária? É um serviço assistencial religioso de apoio espiritual, centrado nos princípios bíblicos.

Comprometida com a formação integral do ser humano no resgate dos valores construtivos, transmitindo palavras de orientação e encorajamento às pessoas em momentos especiais ou de crise.

O serviço prestado pela Capelania consiste em atender, aos que desejam um auxílio espiritual, uma palavra de amparo e consolo em momentos de dificuldade, bem como compartilhar momentos de alegria e gratidão.

CAPELANIA PRISIONAL Segundo as palavras de Jesus Cristo em Hebreus 13:3 “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados”. Somos impulsionados pelo amor ágape. Nossa missão parte de cumprir esse versículo acima, sem restrições, sem hesitar.

E nosso tempo consiste em levar a Palavra que liberta a trincheira final, onde o inimigo leva a vida humana à situação mais degradante. Não importa as circunstâncias, tampouco o delito cometido. O que conta realmente, é que o Senhor Jesus está conosco no cárcere, e ama muito a cada uma daquelas vidas.

Objetivo da Capelania: Levar as pessoas encarceradas nos presídios e delegacias o tão grande amor de Deus através da visitação dos capelães e também com a ministração da poderosa Palavra de Deus; acompanhada de poderosa oração e aconselhamento pessoal, sabendo que o Senhor Jesus tem por objetivo alcançar estas vidas dando a elas a oportunidade de conhecer melhor o Reino de Deus através das ações dos capelães evangélicos.

Uma vez sendo aplicado o exercício de visitação da capelania; temos a convicção de que Deus sem dúvidas estará levando através da Sua Palavra a oportunidade de uma libertação espiritual total, pois os capelães entendem que estarão dando continuidade no ministério glorioso de Jesus (LC 4- 19).

CAPELANIA CARCERÁRIA Conforme esta escrito pelo profeta Isaias (Is: 61.1) o próprio Jesus Cristo fez questão de ler em uma sinagoga o texto referido, por saber que esta é a sua grande obra quando Ele propôs dar liberdade não somente física mas principalmente espiritual conforme está escrito em Lucas capitulo 4. “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou me à curar os quebrantados do coração, A apregoar liberdade aos cativos e dar vistas aos cegos; a por emliberdade os oprimidos; a anunciar o ano aceitável do Senhor.” (Lc 4:18,19).

OBJETIVOS:

  1. Receber e reintegrar social e eclesiasticamente o egresso de sistema penal convertidoqueprofessafécristã e princípiosbatistas.
  2. Trabalhar para a restauração da família do interno e do egresso de sistemapenalconvertido.
  3. Promover a integração gradual do egresso de sistema penal no dia a dia da igreja.
  4. Buscarmeios de integraçãoprofissional, namedida do necessário e possível do egresso de sistema penal convertido.
  5. Tratar caso a caso o surgimento e desenvolvimento de vocacionadospromovendotreinamentoinicial e o amadurecimento da vocação.

CAPELANIA CEMITERIAL   Quando morre alguém esse acontecimento mesmo indesejado e doloroso, nos traz uma grande oportunidade de fazer uma melhor reflexão:

  • Como estánossavida para com o Senhor o nosso Deus?
  • Qual é a nossa real condiçãoespiritual para enfrentarumaeternidade?
    • Em se tratando de um momentodelicado, sofrido e muitasvezesatémesmodesesperador,osCapelãestemporobjetivoslevaraosfamiliares e amigos da famíliaumapalavra de consolo e confortoespiritual, mostrandoaospresentesatravés da palavra de Deus, que nem sempre a morte é o fim. E que onosso Deus em Cristo Jesus tem um propósitoemtudo, conforme a suaPalavra; (Jo: 14. 2,3).

Tambémsugestões para mensagens; cerimôniaem casa, naigrejaouvelório e o evangelismonesta hora. A Capelania com muitahabilidadepoderárealizar um excelentetrabalho de evangelização: levandoapoio com orações e consolo, aosentesqueridos, familiares e amigos e convidadosemgeral. Pois o Capelãoestarálevandoumapalavra de compadecimento, e conforto: Is 49:10; Fl 2:1; Cl 2:2; I Tss 4:18 .

O Conforto de Deus Podemos enfrentar as adversidades da vida, com mais forças quando nos entregamos ao Senhor Nosso Deus em Cristo Jesus e confiamos que Ele pode nos proporcionar uma força Divina para vencer. Fl. 4:13; Sl 30:11. CAPELANIA MILITAR Também chamada de capelania castrense. Esta tem regulamentação própria.

O capelão militar é um ministro religioso encarregado de prestar assistência religiosa a alguma corporação militar (exército, marinha, aeronáutica, polícia militar, polícia civil, corpo de bombeiros).

No Brasil, este serviço estende-se também às Polícias Militares e aos Corpos de Bombeiros Militares. Nos países de maioria católica, como no Brasil, por força da proporcionalidade, na prática, desdobra-se em capelanias católicas e capelanias de outras confissões religiosas, e estas, na maioria das vezes, capelanias evangélicas.

Dado o limite de efetivo para os quadros de oficiais capelães nas diversas armas e forças auxiliares, as confissões não-católicas ficam com pequena, ou nenhuma, representação nos chamados «Serviços de Assistência Religiosa».

A Constituição Federal de 1988 prevê em seu art. 5º, inciso VII que «é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.» A lei 6.923, de 29/6/1981, alterada pela lei 7.672, de 23/9/1988, organizou o Serviço de Assistência Religiosa nas Forças Armadas.

A partir desta legislação temos definido que:

  • O Serviço de Assistência Religiosa temporfinalidadeprestarassistência Religiosa eespiritualaosmilitares, aoscivis das organizaçõesmilitares e àssuasfamílias, bemcomoatenderaencargosrelacionados com as atividades de educação moral realizadasnasForças (Lei 6.923, art. 2º)
    • O Serviço de Assistência Religiosa seráconstituído de CapelãesMilitares, selecionadosentresacerdotes, ministrosreligiososoupastores, pertencentes a qualquerreligião que nãoatente contra a disciplina, a moral e as leis em (Lei 6.923, art. 4º)
    • Cada Ministério Militar atentará para que, no postoinicial de Capelão Militar, sejamantidaadevidaproporcionalidade entre osCapelães das diversasregiões e as religiõesprofessadasnarespectivaForça. (Lei 6.923, art. 10º) Capelania Militar Evangélica O primeiro pastor protestante a servirosmilitaresbrasileirosfoi o alemãoluterano Friedrich Christian Klingelhöffer, pastor da ComunidadeProtestanteAlemã, nalocalidade de Campo Bom, no Rio Grande do Sul, em Dez anosdepoisKlingelhoeffer, integradoaos “Farrapos”, morreuem um combate da RevoluçãoFarroupilha.

A Capelania Militar Evangélica foi organizada pela extinta Confederação Evangélica do Brasil em conjunto com o governo Brasileiro, para assistir os militares protestantes.

O primeiro capelão evangélico do Brasil foi o pastor batista João Filson Soren (1908-2002), atuando na Segunda Guerra Mundial, servindo a Força Expedicionária Brasileira (FEB) entre 1944 e 1945 recebendo mais de dez condecorações militares,inclusive a Cruz de combate de 1ª Classe, a mais alta honraria do exercito.

A Capelania Militar Evangélica hoje (2005) é parte do Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas. Composta, atualmente, por 08 pastores capelães no EB 08 na MB, 03 nas FAB e muitos outros nas PM e BM dos diversos Estados brasileiros. Hoje a capelania militar evangélica tem sido exercida nas forças armadas e também nas instituições das polícias civil e militar e no corpo de bombeiros.

Nesses casos os capelães devem ser formados em capelania e são submetidos a provas em concursos públicos e o seu trabalho é remunerado. Na execução das atividades de assistência religiosa deve ser evitado o proselitismo. Somente poderá ser integrada a prática de capelania que não atentem contra a disciplina, a moral, as leis em vigor, a tradição e os costumes das forças armadas e das polícias.

CAPELANIA EMPRESARIAL BREVE HISTÓRICO

Um dos pioneiros do trabalho espiritual nas empresas comerciais no Paraguai foi Don Enrique Friesen. Segundo ele, a idéias nasceu desde o ano 1984 quando ele tomou o cargo da presidência de Record Electric. Menciona que não somente queriam dar um salário aos empregados, mas também oferecer a eles uma ajuda espiritual nos seus postos de trabalho. Por esse motivo se propuseram abrir um pequeno espaço semanal de reflexão espiritual antes do labor diário.

O qual não foi tão cômodo, pois, segundo as mesmas palavras de Don Enrique, a primeira vez foi muito difícil. Num lugar aonde se trabalha com maquinas, se apresentou com uma Bíblia e isso foi inesperado para os empregados.

Desta maneira nascia o que hoje é a Capelanía Empresarial Ana batista. Entre os anos 1988 e 1990 se reuniram outras empresas para oferecer estudos bíblicos a seus empregados e trabalhar para que exista um marco de confiança entre os empresários cristãos.

Houvereuniões entre osdiretores de Record Electric, Comagro, Chacomer e Atlantic. Esses empresáriosbuscaram o apoio moral e espiritual de suascomunidadeseclesiásticas.

Apesar de que alguns membros das igrejas não viam com claridade esse projeto, porque segundo Don Enrique Friesen, era difícil entender a idéia de pregar sem a intenção de abrir igrejas. No entanto foram aceitos e apoiados firmemente pelos pastores Werner Franz e Victor Wall das igrejas Mennonitas Concórdia de Assunção.

As empresas nomeadas e o kfk (Comitê Supervisor dos Assuntos Eclesiásticos) da Igreja Mennonita Concórdia de Assunção elaboraram um documento que serviu como base do trabalho espiritual do que nesse momento se denominou Associação dos Empresários

Cristãos, para fazer realidade a visão.

Nesse grupo nasceu a idéia de contar com uma pessoa para levar os ensinamentos bíblicos às empresas. Comunicou-se com Paul Amstutz, missioneiro Mennonita dos EEUU para lhe oferecer o desafio. Foi assim que no dia 1 de outubro do ano 1991 começou oficialmente o trabalho com um capelão com o 25% de seu tempo comprometido para a obra. No principio e até começo de 1996 o trabalho de Capelania se denominou Missão empresarial da Igreja Mennonita Concórdia.

Mais tarde levaria o nome de Capelania Empresarial. A palavra Ana batista foi agregada por sugestão do Comitê Assessor da Capelania para que o projeto tenha identidade teológica sem limitar se ao nome Menonita.

Até o ano 1995 havia um capelão em tempo completo e desde 1996 se somou outro capelão a tempo parcial.

Trabalhou-se com aproximadamente 43 funcionários repartidos em diferentes empresas e suas filiais. No final de 2001 estavam trabalhando três capelães a tempo completo e dois em tempo parcial. No final de 2005 houve um aumento considerável tanto das empresas associadas como dos capelães.

O ano de 2006 foi concluído com 14 capelães, a maioria a tempo completo e um total de 35 empresas associadas, com suas diferentes filiais em todo o país, alcançando 2.300 funcionários. Atualmente a Capelania Empresarial Ana batista conta com 34 empresas associadas com 130 filiais, 15 capelães a tempo completo e 8 a tempo parcial. Fonte: Um

Ministério Pastoral nas Empresas Comerciais de Rogério Duarte Nunes

EM QUE CONSISTE O SERVIÇO DA CAPELANIA?

Sob o lema de promover o Reino de Deus no mundo do trabalho, o serviço de capelania oferece ainda os seguintes recursos:

  • Capelão que acompanhaosfuncionários da instituição, comercialouprivada; com suapresençanoslembra que Deus está com presente no trabalho;
  • Aconselhamento familiar oupessoal, diretaou

indicando a uma assistência pessoal (Confiança – somente em caso que a empresa ou instituição tenha contrato com o serviço de Confiança);

  • Materiaiscompricípioscristãos (Bíblia, estudobíblico, inscrições a publicações de revistasoujornais com valoresbíblicos, folhetos, etc.)  Visitas a domicilio, hospitais, velório, etc;
  • Cursossobrenamoro, casamento, educaçãopedagógica. Como funciona o serviço de capelania?  Usufruto de serviços é gratuita e voluntária.
  • Trabalhar a partir de umaperspectivacristãinterdenominacional, incentivando as pessoas a cultivar umarelaçãopessoal com Deus e virarnaigreja de suaescolha.
    • Assuntosparticularessãoconsideradosconfidenciais, de acordo com padrões de éticaprofissional e consideraçãopessoal.

VISÃO DA CAPELANIA EMPRESARIAL

Promover o Reino de Deus no mundo do trabalho MISSÃO

PRIMEIRO

  1. Estabelecercontatospessoais no lugar de trabalho.
  2. Fazer visitas fora do lugar de trabalho (hospitais e domicilio, etc.)
  3. Planejarreuniõessemanais com mensagens, vídeos, pastoresconvidados, testemunhos,estudosbíblicos.
  4. Organizarretiros, excursões e outros eventosespeciais com enfoqueevangelístico.
  1. Oferecerliteratura crista (bibliotecas com livros, vídeos, folhetos, cassetes e DVD).

SEGUNDO

  1. Servir de ponte entre pastores e funcionários (fazercontatos, osacompanharaigrejaeapresentar a membrosdali).
  2. Incentivar a companheiros do trabalho a que convidemosseuscolegas a programasnasuaigreja
  3. Aproveitar as relaçõesnaturais (amizadeou parentela).

TERCEIRO

  1. Dar responsabilidadesnasreuniõessemanais.
  2. Prover aconselhamentopessoalou
  3. Fomentar a formação de células de oração.
  4. Incentivar a participaremaçõesouserviçossociais a favor de outros.

CAPELANIA ESPORTIVA

“Todo Atleta em tudo se domina; aqueles para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível”. I coríntios 9:25 Neste versículo, o Apóstolo Paulo trata, obviamente, de nossas vidas espirituais. Devemos correr de tal maneira que GANHEMOS.

Tanto na linha de chegada e durante os exercícios da vida, nosso alvo de vida é glorificar a Deus, competir de acordo com as Suas regras, para então tomarmo-nos “ Vencedores aos Seus Olhos”. É esse o objetivo da capelania esportiva, levar os atletas compreenderem que além de se prepararem bem para as competições que estão inseridos, devem também se prepararem para a corrida da vida eterna, almejando uma recompensa incorruptível.

As necessidades existem varias modalidades de esportes, existem os esportes “elitizados”, que são praticados por uma classe social alta, sendo que seus competidores são pessoas que vem de uma boa educação, formação familiar, vida financeira estável e uma boa cultura.

Nesse contexto se encontram – automobilismo em diversas categorias, tênis, natação, esgrima, etc. Existem também os esportes “populares”, que são praticados em maior proporção pela classe social mais baixa, carentes, muitas vezes os seus competidores não receberam uma boa educação, falta formação de valores familiar, vida financeira instável.

Nos dois níveis sociais, existem carências que só Jesus Cristo pode preencher.

Dos dois lados opera o orgulho, prepotência, egoísmo, falsa segurança, máscaras, dependências, vícios, prostituição, falsos valores, idolatria, apego a fama.

Eles são preparados por profissionais, técnicos, psicólogos, nutricionistas, são acompanhados pela mídia, patrocinadores, fãs, mas, não são acompanhados pelos valores do evangelho de Jesus Cristo. Tem tudo mais não tem nada! E quando passam da idade, muitos se tornam alcoólatras, sozinhos, pobres, sem os holofotes da fama, deprimidos e tristes. Atuação do Capelão –

O que a capelania esportiva pode fazer?

1-O capelão precisa se preparar para evangelizar o atleta – conhecer como funciona o meio esportivo, a linguagem, a postura, os atletas, suas necessidades, etc.

2-Procurar a direção dos clubes e apresentar suas credenciais, capacidade, motivações, e oferecer os seus serviços de capelania voluntária para seus atletas, de forma inteligente e não religiosa ou denominacional.

3-Uma vez inserido dentro do clube, levar através de conversa, panfletos, quadro de aviso, ao conhecimento dos atletas, diretoria e funcionários, a existência do serviço de capelania com local, e horário definido.

CAPELANIA INFANTIL

Direitos da Criança e do adolescente “A criança e o adolescentegozam de todososdireitosfundamentaisinerentes à pessoahumana, semprejuízo da proteção integral de que trataesta Lei, assegurando-se-lhes, por lei oupor outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhesfacultar o desenvolvimentofísico, mental, moral, espiritual e social, emcondições de liberdade e de dignidade..

(Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei Federal nª 8069 de 13/07/1990 Artigo 3º) Dificuldades como enfermidades, exclusão social, abandono, trazem uma desarmonia na vida familiar, trazendo à tona medos, culpas e ressentimentos.

A Capelania Infantil oferece apoio emocional, social, recreativo e educacional nas instituições, humanizando-as e elevando sua qualidade de atendimento, completando o trabalho do profissional.

A missão da Capelania Infantil é a missão de Jesus, da igreja e dos cristãos: Evangelizar.

A Realidade da criança no Brasil  35,9% da população total é constituída por crianças e adolescentes (de 0 a 17 anos).

Em números absolutos, são 61 milhões de crianças e adolescentes;  4,7% das crianças e adolescentes apresentam algum tipo de deficiência.

Principalmente auditiva.

  • Em 2000, morreram, emmédia, 29,7 crianças antes de completar um ano de idade, por mil nascidasvivas;
  • Cerca de 20 mil crianças e adolescentes, com idades entre 10 e 16 anosservemaonarcotráfico;
    • A cadaano, 30 mil adolescentespassamporentidades de privação de liberdade.

Cerca de 60% deles estão cumprindo penas inadequadas e sendo submetidos a medidas sócio educativas ineficazes;  Uma em cada três famílias com crianças de 0 a anos (30,5%) vive com uma renda familiar per capita igual ou inferior a meio salário-mínimo, ou seja, R$ 3,00 por dia por pessoa.

A Missão da Capelania Infantil

Mostrar a criança e sua família que há um Deus que ama e cuida de cada uma de suas necessidades consola o coração, alivia o sofrimento e renova as forças e esperanças para lutar em favor da vida.

Trabalhar com crianças com câncer, com vírus HIV, transplante de medula óssea, infratores em casas de correção, meninos e meninas de rua, leprosários, etc.

CAPELANIA HOSPITALAR MÉTODOS PARA DESEMPENHAR COM EXCELÊNCIA ESSE NOBRE MINISTÉRIO

INTRODUÇÃO

Ao visitarmos um enfermo no hospital, estamos visitando o próprio Senhor Jesus, que disse: “…Estive enfermo e, me visitastes;… sempre que o fizermos a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mm o fizestes” O sofrimento, a dor, a enfermidade e o momento de crise destes pequeninos irmãos, justificam a presença do cuidado pastoral no campo da saúde e solicita como um facho de luz. Como amigo e irmão nas mesmas estradas da vida, como companheiro do momento da dúvida e da necessidade, como Cristo, que na estrada de Emaús, enquanto os discípulos “conversavam sobre aquilo que havia acontecido… juntou-se a eles e pôs-se a acompanhá-los”.

Visitar é, portanto, o ato de juntar- se a uma pessoa em crise com o objetivo de fortalecê-la, consolá-la e acompanhá-la no momento difícil. Precisamos como Igreja do Senhor, levar uma palavra de paz para as pessoas que vivem enfermas, sobrecarregadas e oprimidas.

Precisamos anunciar o amor e o zelo de Deus pelas suas vidas. Imitando a Jesus Cristo que sempre ouvia o clamor dos enfermos. O amor que moveu Jesus a morrer por nós, será o principal elemento a mover-nos neste ministério de apoio e consolação aos enfermos.

Portanto, visitar e confortar são:

  • Empatizar com os que sofrem;
  • Levar umapalavra de esperançaaosdesesperados;
  • Dizer que vale a penaviverapesar das dificuldadesexistentesnavida. Amar a Deus e aopróximo;
  • Levar alguém a ter alegria de aceitar o que é e, se conformar, com o que tem. Fazer umavidafeliz e ser feliztambém;
  • Compartilhar o amor, a paz e realização que Deus nosdá.
  • Excluir da nossavida as palavras: Derrota e Desesperança.
  • Levar aospés de Cristo, toda causa dos oprimidos, amargurados, desesperançosos.
    • Compartilhar com alguém, que osofrimento, as dificuldades da vida é um meiopelo qual crescemosemdireção Deus, do próximo, e de nósmesmos.

Ninguém é poupado da doença. E a saúde tampouco é a única razão da felicidade.

Uma pessoa que aprendeu a conviver com a sua enfermidade, pode ser uma pessoa muito feliz e uma fonte de alegria para aqueles que cruzam o seu caminho.

Na Bíblia, a doença faz parte da vida. Ela sinaliza para os nossos limites, para a nossa transitoriedade, para a nossa natureza humana.

A importância do Ministério da Visitação Hospitalar está ligada diretamente ao número de pessoas que passa pelos hospitais em todo o mundo, que é bem maior que pelas igrejas.

No hospital, a mente e o coração estão geralmente abertos a mensagem do evangelho. Quando o Senhor Jesus aqui viveu o seu ministério era total (corpo, alma e espírito) não podemos deixar de seguir seus passos.

Hoje, a ciência médica reconhecer que a paz espiritual do paciente, pode contribuir muito para sua recuperação física. Raramente o visitador achará as pessoas tão despida de máscaras e vaidade quanto numa enfermidade.

Através de conversas, encorajamento e oração, o servo de Deus se torna um agente do poder curativo na crise de enfermidade. O sofrimento físico nos leva a reconhecer que cada um de nós vai encontrar-se com a própria morte.

Pessoas enfermas e com sofrimento físico começam a levantar uma série de perguntas: Por que isto está acontecendo comigo? Por que está acontecendo agora? O que fiz para merecer isto? Vou ficar bom? Onde está Deus nesta situação? Será que alguém vai cuidar de mim? Uma enfermidade pode ser acompanhada por dúvidas; emoções de zanga, solidão, desespero, confusão, ira, culpa; e magoas. Com esta realidade o visitador cristão, o apoio da comunidade de fé, e a ajuda prática em circunstâncias de enfermidade são desafios para os membros da igreja de Cristo.

MODULO I

O PACIENTE, SEUS SENTIMENTOS E SUAS NECESSIDADES.

  1. Fundamentação Bíblica-Teologica do Enfermo e a Enfermidade. A maneira como vê a enfermidade tem grande influencia na maneira como você ira tratar o paciente que visita, por isso, é necessário temos uma visão clara dos que a Bíblia nos diz sobre a enfermidade.

A doença é uma questão que a Bíblia menciona em muitos textos.

A doença de Naamã, Nabucodonosor, o filho de Davi, Jó, Paulo, Timóteo, a sogra de Pedro, e vários outros e descrito tanto no Velho como no Novo Testamento.

Quando Jesus veio pessoalmente à terra, seu interesse pelos doentes se destacou tanto que praticamente um quinto dos evangelhos é dedicado ao tema da cura, e o Livro de Atos registra como a primeira igreja cuidou dos enfermos.

A Bíblia nos fornece sofre a enfermidade pelo menos quatro conclusões que podem ser úteis nas visitas hospitalares.

A Enfermidade faz parte da Vida.

Poucas pessoas, se é que existe alguém atravessam a vida sem experimentar periodicamente pelos menos uma doença. Parece provável que a doença tenha entrado na raça humana como resultado da Quedam, e desta essa época os homens ficaram sabendo o que é não ter saúde.

A Bíblia nos menciona várias enfermidade como alcoolismo, cegueira, tumores, inflamações, febre, hemorragia, surdez, mudez, insanidade, lepra, paralisia e várias outras enfermidade. Fica claro de cada uma delas causa tensão psicológica e física, e todas são mencionadas de modo a insinuar que a doença faz parte da vida neste mundo.

Os Cristãos são responsáveis pelo cuidado dos enfermos. Através de suas palavras e atos, Jesus ensinou que doença, embora comum, é também indesejável.

Ele passou grande parte do seu tempo curando os enfermos, encorajaram outros a fazerem o mesmo e mostrou a importância do cuidado cheio de amor daqueles que são necessitados e doentes.

Mesmodaraalguém um gole de água era consideradodigno de elogios e Jesus indicou que ajudar um doente era o mesmo que ministrar a Ele, Jesus.

A Enfermidade não é necessariamente um sinal de pecado ou manifestação de falta de fé.

Quando Jó perdeu sua família, bens e saúde, três amigos vieram visitar com a boa intenção de consolar, apesar da boa vontade, foram ineficaz, argumentou que todos esses problemas eram resultados do pecado. Jó descobriu, porém, que a doença nem sempre é resultado do pecado do indivíduo – cuja verdade Jesus ensinou claramente.

Toda doença tem origem, em análise final, na queda da humanidade no pecado, mas os casos individuais de doença não são necessariamente resultantes dos pecados da pessoa doente embora haja ocasiões em que o pecado e a doença têm realmente relação.

Ao examinar as curas do Novo Testamento temos os seguintes esclarecimentos com respeito à enfermidade:

  • Algumasvezes as pessoasmelhoravamporcrerempessoalmente que Cristo operaria a cura, porexemplo: A mulher com o fluxo de sangue é um bomexemplo.
  • Houvevezes, no entanto, em que umapessoaalém do pacientetevefé: Váriospaisprocuraram Jesus, porexemplo, e falaram de seusfilhosdoentes, sendoestescurados.
  • Em outraocasião, no Jardim do Getsêmani, aorelha de um servo foicuradaemboraninguémtivessefé, além de Jesus.
  • Em contraste, vemos Paulo, homem de grandeféem Cristo cujo “espinhona carne nuncafoitirado”.
    • Outros aindanãotiveramfé e nãoforamcurados.

Com base nesses exemplos fica bastante evidente que a doença não é necessariamente um sinal de pecado ou manifestação de falta de fé.

A Bíblia não apóia os cristãos que afirmam que os doentes estão fora da vontade de Deus ou lhes falta fé. Deus jamais prometeu curar todas as nossas moléstias nesta vida e é tanto incorreto como cruel ensinar que a saúde instantânea sempre virá para aqueles cuja fé é forte. A Enfermidade faz surgir questões difíceis e cruciais sobre o sofrimento.

C.S. Lewis no seu livro, Problema do Sofrimento, resumiu duas questões básicas que enfrentam todos os que sofrem e que são geralmente levantadas nas visitas: Se Deus é bom, porque ele permite o sofrimento? Se ele é Todo-Poderoso, porque não suspende o sofrimento? Volumes inteiros têm sido escritos para responder a essas perguntas e o visitador cristão poderia beneficiar-se com a leitura de alguns deles.

A Enfermidade diante dos problemas éticos. Hoje existe uma questão polêmica.

É o problema da eutanásia junto com o direito de morrer com dignidade. Esta problemática levanta questões tais como: O que é vida? Vale a pena viver com tanto sofrimento? Qual é o valor de prolongar uma vida que vai morrer mesmo? Quem tem direito para um tratamento médico? Como crentes precisamos de nos envolver nestas questões para defender e resgatar os princípios e valores bíblicos.

  1. O Paciente e outros problemas associados à enfermidade Uma enfermidade pode acontecer por uma variedade de causas. Algumas doenças surgem por meio de um vírus; por falta de higiene; por causa de defeitos genéticos; por causa de um acidente; por falta de uma alimentação correta ou adequada; ou velhice.

Mas uma enfermidade envolve mais do que um problema físico. Junto com a enfermidade pode acontecer problemas emocionais, psicológicos, ou espirituais.

Quem trabalha com os enfermos deve saber lidar com os seguintes problemas: 2.1 A dor física Pessoas reagem de formas diferentes quando há uma dor. Com certas doenças há pessoas que sofrem muita dor enquanto outras pessoas não sentem nada.

A diferença pode se atribuída para as experiências com dor, os valores culturais sobre a dor, ou até uma crença religiosa. Certas pessoas acham que quando alguém reagiu com a dor, isto representa uma fraqueza.

Outras acreditam que Deus permite a dor e assim a dor deve ser aceita. Há, ainda, indivíduos onde a dor está relacionada com a ansiedade. Pessoas que trabalham com os enfermos devem saber lidar com o problema da dor.

O visitante deve reconhecer a aceitar essas diferenças individuais. Elas influenciam as emoções da pessoa doente, as reações e o prognóstico de recuperação.

As emoções do paciente Não é fácil ficar doente especialmente quando nossas rotinas são interrompidas, quando não compreendemos o que está errado com nossos corpos, ou não sabemos quando ou se iremos sarar.

Quando ficamos doentes o bastante para procurar ajuda médica, devemos nos submeter ao cuidado de estranhos, alguns dos quais são mais indiferentes ou científicos do que compassivos e sensíveis. Tudo isto aumenta nossa sensação de desânimo em face da doença.

O Dr. James Strain, no seu livro Psychological Care of the Medically III, nos sugere que os doentes, especialmente os hospitalizados, experimentam sete categorias de tensão psicológica: Tensão da ameaça à nossa Integridade Os enfermos são submetidos para uma série de experiências onde eles não têm controle sobre as circunstâncias.

O paciente tem que obedecer um médico, ouvir uma enfermeira, se submeter a estrutura de um hospital ou agenda estabelecida pelo tratamento médico, aceitar ordens para dormir, receber orientações para tomar medicamentos, ser instruído sobre o que deve ou não deve comer, etc.

Um enfermo volta a ser uma “criança” e isto não é fácil. Tensão do Medo de Estranhos Os pacientes têm medo de que suas vidas e seus corpos tenham que ser colocados nas mãos de estranhos com quem talvez não tenham qualquer laço pessoal.

Tensão da Ansiedade pela Separação A enfermidade nos separa: amigos, lar, rotina costumeira, trabalho. Durante a internação no hospital ficamos separados das pessoas e das coisas que nos são familiares, no momento em que mais precisamos delas. Tensão do Medo de Perder a Aceitação.

A doença e os ferimentos podem deixar as pessoas fisicamente deformadas, obrigando a moderar suas atividades e tornar dependentes de outros.

Tudo isto pode ameaçar a sua auto estima e levar a temer que devido a essas mudanças as pessoas não irão mais amá-los ou respeitá los.

Tensão do Medo de Perder o Controle.

Perder o controle de força física, agilidade mental, controle dos intestinos e bexiga, controle dos membros da fala, ou a capacidade de dominar as suas emoções é uma ameaça para os pacientes.

E estas ameaças se tornam maiores quando o pacientes está exposto em um leito de hospital. Tensão do Medo de expor ou perder partes do Corpo.

As pessoas doentes precisam expor as partes do corpo que doem e submeter-se ao exame visitual e toque por parte da pessoa do médico. Isto pode ser embaraçoso e por vezes ameaçador, especialmente quando se torna aparente que uma parte de nosso corpo este doente, tem que ser operada ou mesmo removida. Tensão da Culpa e Medo do Castigo.

A doença ou acidentes levam muitas vezes a pessoa a pensar que seu sofrimento possa ser um castigo por pecados ou faltas cometidas no passado.

Como vimos, esta era a opinião dos amigos de Jó e tem sido aceita por milhares de pessoa deste então. Deitados na cama e se perguntando “Por que?” essas pessoas podem se deixar vencer pela culpa, especialmente se não houver restabelecimento.

Apesar de essas tensões serem comuns aos enfermos, temos que saber que existem diferenças no modo das pessoas reagirem. Algumas sentem ainda outras emoções:

  • Deprimidas com a doença.
  • Desanimadas com o tratamentoFrustradas com a vida.
  • Iradas com médicos e com Deus.
  • Culpadaspornãocuidarem da saúde.
    • Confusas com o prognóstico.
  1. A reação da família.

Quando uma pessoa fica enferma, sua família é afetada e, percebendo isto, o paciente se perturba. As mudanças na rotina familiar devido a doença, problemas financeiros, dificuldades em organizar as visitas ao hospital, e até a perda da oportunidade de manter relações sexuais para o casal, podem criar tensão que ocasionalmente redunda em fadiga, irritabilidade e preocupação.

Numa tentativa de se animarem mutualmente e evitarem a preocupação, o paciente e a família algumas vezes se recusam a discutir seus verdadeiros temores e sentimentos uns com os outros, e como resultado, cada um sofre sozinho.

4. Sentimento de esperança

A Dor Física, as emoções do paciente, e as reações da família, nos dão a impressão de um quadro sombrio da enfermidade.

Mas em todas as fases da enfermidade, o paciente passa pelo sentimento de esperança.

O ditado popular “a esperança é a última que morre”, é real no momento na doença, e quando o paciente deixa de manifestar esperança, trata-se geralmente de um sinal que a morte se aproxima.

Mesmo pessoas gravemente enfermas, que têm uma idéia real sobre a sua condição, descobrem que a esperança as sustenta e encoraja especialmente em momentos difíceis. Pesquisas médicas verificaram que os pacientes sentem- se melhor quando há pelo menos um raio de esperança.

Isto não significa que devamos mentir sobre a condição do paciente. Mas, a psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross em seu livro, Sobre a Morte e o Morrer, escreve que “partilhamos com eles a esperança de que algo imprevisto pode acontecer, que podem ter uma melhora, vindo a viver mais do que o esperado”.

O cristão tem ainda mais esperança no conhecimento de que o Deus cheio de amor, o soberano do universo, se interesse por ele tanto agora com na eternidade.

Por isso, a grande missão do visitador é levar consolo e esperança aos pacientes, e o visitador cristão tem como recuperar a

esperança daqueles que passa por tantas dores e sentimentos variados. ¨

MODULO II O VISITADOR, SUA FUNÇAO E SUAS ATIVIDADES

Assuntos que devem ser avaliados com respeito ao trabalho com os enfermos:

  • O hospital é umainstituição que buscauma cura física. Temos que respeitar o ambiente, aestruturahospitalar e trabalhardentro das normasestabelecidas.

Como evangélicos a Constituição Brasileiro nos da direitos de atender os doentes, porém não é um direito absoluto. Devemos fazer nosso trabalho numa forma que não atinga os direitos dos outros.

  • Como é que vocêencaraumadoençaou o sofrimentohumano? Tem que avaliarsuasatitudes, seusmedos, suasansiedades, etc.

Nem todos podem entrar numa enfermaria ou visitar um doente no lar, porque não é fácil lidar com situações que envolve o sofrimento humano.

  • Quando visitamososenfermosdevemosestaratentosaossentimentos e preocupaçõesdeles. Nossa agenda precisapriorizarosassuntos que elesdesejamabordar.
  • Como crenteem Jesus temos algo que todosdesejam: esperança. Deve expressarestaesperança de maneirarealística e com integridade. Tenhacuidado com promessasfeitasemnome de Deus. Podemos levarpalavrasseguras, mas devemosevitar a criação de umaesperança
  • Observar e respeitar as visitas de outros grupos. Façaseuministériosemcompetirouentraremconflitos. Seja uma boa testemunha.
  • Saibautilizarbemnossosinstrumentos de apoio que são: oração, a Bíblia, apoio da igreja, e aesperançaem Jesus Cristo, o Médico dos Médicos.
    • Ore e confie no Espírito Santo para lheajudar.
      • AprendaostextosBíblicosapropriados para usar nasvisitashospitalaresounoslaresdosenfermos. *Aprendaalgumasnormas, regras, e orientações para visitarosenfermos. Este projeto de Voluntários para a Capelania do Hospital que segue representa o aprendizado da teoria que foiconfirmada e ampliadanaprática. Cada experiência de CapelaniaHospitalaroucadavisitaaosenfermossãoexperiênciasdistintas.

Porém, os princípios, os valores, as regras, e as normas são semelhantes e válidos para todos os casos. • Como criar seu espaço de trabalho:

  • Entenderseupropósito;
  • Ganharseudireito; * Trabalhar com equipe médica; • Deve:
  • Identificar-se apropriadamente;
    • Reconhecer que odoentepodeapresentarmuitador, ansiedade, culpa, frustrações,desespero, ou outros problemasemocionais e religiosas

Seja preparado para enfrentar estas circunstâncias;

  • Usar osrecursos da vidaCristã que são: oração, Bíblia; palavras de apoio, esperança, eencorajamento; e a comunhão da igreja. Se orar, seja breve e objetivo.

É melhor sugerir que a oração seja feita. Uma oração deve depender da liderança do Espírito Santo, levando em consideração as circunstâncias do momento, as condições do paciente, o nível espiritual do paciente, as pessoas presentes, e as necessidades citadas;

  • Deixar material devocional para leitura: folheto, Evangelho de João, Novo Testamento, etc;
  • Visitarobedecendo as normas do Hospital oupedir de antemão, se umavisita no lar é possível e o horárioconveniente;
  • Dar liberdade para o pacientefalar. Ele temsuasnecessidades que devemtornar-se asprioridades para suavisita;
  • Demonstrar amor, carinho, segurança, confiança, conforto, esperança, bondade, e interessenapessoa. Vocêvaiemnome de Jesus;
  • Ficarnumaposiçãoonde o pacientepossalheolharbem. Isto vaifacilitar o diálogo;
  • Dar prioridadeaotratamentomédico e tambémrespeitar o horário das refeições;
  • Saber que osefeitos da dorou dos remédiospodemalterar o comportamentoouareceptividade do paciente a qualquermomento;
  • Tomar as precauções para evitarcontato com umadoençacontagiosa, semofenderoudistanciar-se do paciente;
    • Aproveitar a capela do hospital para fazer um culto. Se fizer um cultonumaenfermariapodeatrapalhar o atendimentomédico de outros pacientesouincomodá-los.

Deve ficar sensível aos sentimentos e direitos dos outros;

  • Avaliarcadavisita para melhorarsuaatuação. • Nãodeve:
  • Visitar se vocêestiverdoente; * Falar de suasdoençasousuasexperiênciashospitalares.

Você não é o paciente;

  • Criticarouquestionar o hospital, tratamentomédico e o diagnóstico;
  • Sentar-se no leito do pacienteoubuscarapoio de alguma forma no leito;
  • Entrarnumaenfermariasem bater na porta; *Prometer que Deus vaicuraralguém.

As vezes Deus usa a continuação da doença para outros fins. Podemos falarpor Deus, mas nósnãosomos o Deus Verdadeiro;

  • Falar num tom alto oucochichar. Fale num tom normal para não chamar atenção para simesmo.
  • Espalhardetalhesouinformaçãoíntimaou o paciente.

Pode orienta-los, mas deixeele; tomarem as decisõescabíveis e sobre o pacienteaosair da visita;

  • Tomar decisões para a famíliaou o paciente.

Pode orienta-los, mas deixe eles tomarem as decisões cabíveis e sob a orientação médica; * Forçar o paciente falar ou se sentir alegre, e nem desanime o paciente. Seja natural no falar e agir. Deixe o paciente a vontade; Numa visita hospitalar ou numa visitação em casa para atender um doente, sempre observamos vários níveis de comportamento.

Cada visita precisa ser norteada pelas circunstâncias, os nossos objetivos ou alvos, e as necessidades da pessoa doente.

As perguntas servem como boa base para cultivar um relacionamento pessoal.

As perguntas foram elaboradas pelo Dr. Roger Johnson num curso de Clinical Pastoral Education em Phoenix, Arizona, EUA . Dr. Johnson nos lembra que há perguntas que devemos evitar.

Perguntas que comecem com “por que” e perguntas que pedem uma resposta “sim”ou “não” podem limitar ou inibir nossa conversa pastoral.

Segue uma lista de perguntas próprias.

A lista não é exaustiva e as pessoas podem criar outras perguntas.

A lista serve como ponto de partida para uma conversa pastoral.

  • O que aconteceu para vocêencontrar-se no hospital?
  • O que estáesperando, umavez que estáaqui?
  • Como estásentindo-se com o tratamento?
  • Como estáevoluindo o tratamento?
  • O que estáimpedindoseuprogresso?
  • Quanto tempo levará para sentir-se melhor?
  • Quais são as coisas que precipitaramsuaenfermidade?
  • Ao sair do hospital ou se recuperar, quais sãoseusplanos?
  • Como suafamíliaestáreagindo com suadoença?
  • O que vocêestáfalando com seusfamiliares?
  • O que seusfamiliaresestãofalando para você?
    • O que vocêesperafazernaspróximasférias (outro eventoou data importante)?

Os enfermos passam por momentos críticos. Devemos ficar abertos e preparados para ajudar com visitas e conversas pastorais.

Os membros de nossas igrejas podem atuar nessa área.

Uma visita pastoral ou conversa pastoral serve para dois aspectos de nossa vida.

Primeiro, uma visita demonstra nossa identificação humana com o paciente.

Como ser humano nós podemos levar uma palavra de compreensão, compaixão, amor, solidariedade e carinho. Segundo, na função de uma visita ou conversa pastoral representamos o povo de Deus (Igreja) e o próprio Deus na vida do paciente.

Assim, levamos uma palavra de perdão, esperança, confiança, fé, e a oportunidade de confissão. O trabalho pastoral visa o paciente como um “ser humano completo, holístico” e não apenas como um corpo ou um caso patológico para ser tratado.

MODULO III A VISITA, SUAS REGRAS E SUA PRÁTICA

  1. Dez maneiras de tornar agradável a visita ao Hospital. Sugestões a serem consideradas ao visitar alguém no hospital. ·

A permanência no hospital pode ser uma experiência de isolamento e desumanização.

A privacidade e a modéstia são considerações importantes que precisam ser respeitadas. Lembre-se de que durante toda a hospitalização, o quarto do paciente é o seu local de dormir. Este espaço deve ser tratado com o mesmo respeito que a sua casa.

Não hesite em perguntar se não estiver certa do que é apropriado ou do que pode perturbar o paciente. Não sente na cama, a não ser que seja convidada a isso.

Mesmo assim, tenha cuidado para não interferir com qualquer tratamento ou exigências de isolamento, Lembre-se de que uma infecção que você nem notou pode ser fatal ao paciente que tiver imunodeficiência. · S

eja amável com a equipe do hospital e respeite as normas estabelecidas. · Faça com que a sua visita ajude o paciente de modo significativo para ele no momento.

Peça sugestões se tiver dúvidas.

A simples disposição de passar tempo com alguém hospitalizado é um dom precioso.

A duração de sua visita deve ser apropriada à situação do paciente.

Não demore demais. Várias visitas podem ser menos cansativas para alguém que está muito doente.

As visitas mais demoradas ajudam a passar o tempo para os pacientes ativos confinados ao leito ou ao quarto numa hospitalização prolongada. · Pergunte ao paciente/família qual a melhor hora para uma visita.

Você talvez possa fazer companhia a ele num horário em que os membros da família não tenham condições de fazê-lo.

Desse modo estará ministrando tanto ao paciente como aos que cuidam dele. ·

Presença silenciosa e ouvir em silêncio são maneiras poderosas de apoiar alguém que está doente. Procure observar seus sinais de fadiga ou desconforto. · As atividades podem tornar-se diversões esplêndidas.

Um piquenique os desta de aniversário no saguão pode reanimar o doente.

Quersejaumaocasião particular compartilhada com a famíliaou um conviteaberto para todoandar, certifique-se de informara equipe do hospital sobretodosospreparativos.

Planos cuidadosos talvez tenham de ser montados de acordo com o regime ou nível de energia do paciente. Um pouco de criatividade quase sempre ajuda muito a tornar a ocasião uma lembrança muito especial para todos os envolvidos. ·

Manter contato com a família e os amigos é importante para os hospitalizados. Quando, porém, você está doente e sofrendo, a menor tarefa é um sacrifício – por mais que deseje o contrário. ·

Se possível leve o paciente para uma visita fora do hospital. Sol e ar fresco podem ser terapêuticos. Isso ajudará os doentes a longo tempo a manterem contato com a natureza e o mundo fora do hospital. ·

Empenhe-se para que o paciente receba o jornal diariamente. Se necessário, leia-o para ele todos os dias. Tome cuidado para anotar itens que possam ser de particular interesse do paciente ou algo que ele queira acompanhar.

Tome tempo para discutir pontos de interesse do paciente. Você está dando a ele uma oportunidade de interagir com o mundo fora de sua cama do hospital. Estão também reforçando a sua individualidade e propósitos, coisas que se perdem facilmente durante uma hospitalização prolongada. ·

Ajude alguém do hospital nos de eleição. Cédulas para confirmar a ausência podem ser obtidas na cidade de origem do paciente. Normas práticas para a Visitação Hospitalar. ·

Não entre em qualquer quarto ou apartamento sem antes bater na porta. · Verifique se há qualquersinal expresso de: “proibido visitas” ·

Respeite sempre o horário pré- estabelecido para sua atuação. · Observe se à luz está acesa e a porta do quarto fechada.

Em caso de positivo, espere que o doente seja atendido pela enfermeira ou médico, antes de você entrar. · Tome cuidado com qualquer aparelhagem em volta da cama.

Evite esbarrar na cama ou sentar-senela. ·

Avalie a situação logo ao entrar, a fim de poder agir objetivamente quanto ao tipo e duração da visita. (Se o paciente está disposto, indisposto). ·

Procure se colocar numa posição ao nível visual do paciente, para que ele possa conversar com você sem se esforçar.

Em quartos onde há mais enfermos, cumprimente os outros, mas se concentre naquele com quem você deseja conversar. · Fale num tom de voz normal.

Não cochihe com outras pessoas no quarto. Também não é conveniente gritar na hora da oração. ·

Se a pessoa ainda não o conhece, apresente-se com clareza. · Deixe com o doente a iniciativa do aperto de mão e faça- o com clareza. ·

Dê prioridade ao atendimento dos médicos e enfermeiras, assim como no horário das refeições, saia do quarto. ·

Ao contemplar alguém sofrendo, lembre-se de que as reações emocionais negativas podem ser detectadas pelo doente e seus familiares.

Sem afetações, procure descobrir o que seu tom de voz e sua expressão facial e seus gestos estão comunicando. ·

Concentre-se em atender às necessidades daquela pessoa diante de você. Não adianta falar do outro nem de si mesmo. ·

Não queira forçar o doente a se sentir alegre, nem o desanime.

Aja com naturalidade, pois se você se sentir à vontade ele terá maior probabilidade de ficar à vontade. ·

Não dê a impressão de estar com pressa, nem se demore até cansar o doente. Encontre a duração exata para cada situação. ·

Não tente movimentar um doente, na cama ou fora dela.

Chame a enfermeira se ele o desejar. ·

Fique sabendo que os efeitos da dor e dos remédios podem alterar o comportamento ou a receptividade do paciente de um momento para outro. ·

Se você mesmo está doente, não faça visitas. · Utilize os recursos da religião sem constrangimentos, mas com inteligência. Não fira a sensibilidade de um ateu, agnóstico ou comungante de outra religião. ·

Lembre-se das regras fundamentais de assistência pastoral: ·

O ponto de partida para o seu trabalho é a situação e o estado em que a outra pessoa se encontra. ·

Seu objetivo primário é conduzi-la a um estágio de sã condição físico-emocional religiosa atual. · Sua contribuição no processo terapêutico é singular e necessário, mesmo que você nem sempre sinta assim.

Ajudando através da arte de escutar.

Escutar é uma arte que pode ser desenvolvida.

Os princípios abaixo relacionados, se posto em prática, ajudarão você a crescer na arte de escutar e, consequentemente, na habilidade de ajudara outras pessoas.

Analise sua atitude íntima. Quais os seus sentimentos em relação à pessoa com quem você está conversando? Você tem algum preconceito em relação a ela? Ela lhe é repugnante? Há hospitalidade entre vocês? Tudo isto vai afetar o significado de que você ouvirá dela.

As palavras perdem seu sentido quando nossas emoções não nos permitem escutar com objetividade. Precisamos desenvolver uma atitudede aceitação da pessoa, do que ela diz, sem julgá-la ou condená-la.

Não estamos defendendo qualquer posição, mas tentando ouvir os verdadeiros sentimentos de quem fala. Por outro lado, não devemos insistir para que o entrevistado defenda seu ponto de vista,ou utilize determinado vocabulário ou estilo de linguagem.

Não devemos expressar julgamento para não tolher a fluência de seus sentimentos.

  1. Preste bastante atenção.

Repare o tom de voz. Que estado emocional ele revela? Uma voz baixa, um fala monótona, pode indicar depressão emocional. Falar rapidamente, de forma agitada, pode se uma depressão extrema.

Falar depressa e em voz alta pode indicar o efeito de drogas. Você poderá dizer: – “Pela sua voz, tenho a impressão de que você está muito…” Se a pessoa chora enquanto fala, permitalhe este privilégio. Desenvolva a capacidade de avaliar as emoções.

Na linguagem comum, há palavras que expressam emoções diversas: convicção, perturbação, irritação, alegria, felicidade.

O tom de voz em que elas são proferidas, lhes dão um significado maior que o dicionário não pode definir.

Cabe a nós avaliar este conteúdo emocional dacomunicação. Reflita as emoções que você está percebendo.

É preciso fornecer ao entrevistado uma “retro visão” das emoções que ele está transmitindo.

A pessoa ficará satisfeita se você revelar que entendeu qual o problema dela. Isto não é apenas repetir o que a pessoa já disse, literalmente, mas refletir seus sentimentos com nossas próprias palavras. Evite a agressividade. ·

Não domine a conversa. · Quando falamos muito a pessoa se confunde. · Não discuta nem revele hostilidade ou ressentimento. ·

Não tente manipular as pessoas, nem as enganar. Evite a passividade e a timidez exagerada. ·

Não há necessidade de concordar com tudo o que a pessoa diz. · É mais importante entender o que ela diz do que criar uma impressão favorável. ·

Não é necessário que a pessoa fique totalmente despreocupada.

A solução dos problemas vempor meio das tensões. ·

Não seja passivo como uma esponja. Demonstre interesses na participação do diálogo. Estejapreparado para responder. ·

Não se prenda aos detalhes da conversa. Identifique as informações básicas para compreender ointerlocutor.

  1. Normas para escutar: · Escutar é um processo.

Não é discursar. Você precisa identificar-se com a pessoa que fala. · Demonstre compaixão e aceitação, ainda que suas convicções pessoais sejam diferentes. ·

A pessoa está apresentando um problema que lhe parece insolúvel. Aceite seu estado de confusão e ajude-a observar os diferentes aspectos do problema: sua origem, quem está envolvido nele, possível soluções etc. · Demonstre amizade e interesse.

O problema é grande. Leve a carga com a pessoa até que ela possa levá-la sozinha. ·

As vezes, a pessoa tenta diminuir o problema. Isto pode revelar falta de confiança em sua ajuda ou ausência de auto-estima.

As vezes, o problema não nos parece sério, mas devemos reconhecer que ele é sério para a pessoa que está sofrendo com ele. ·

Procure dividir o problema em várias partes para atacá-las separadamente. ·

Dê oportunidade para a pessoa esclarecer sua posição. Isto facilitará a compreensão dos problemas e como solucioná-los. ·

Se descobrir contradições na conversa, revele-as à pessoa. Isto a ajudará a se sentir menos confusa e ansiosa. ·

Pergunte se ela já enfrentou um problema semelhante no passado.

Ela vai recordar que tem habilidade para superar a situação como já aconteceu. · Discuta as várias alternativas para resolver o problema. Evite conselhos estereotipados.

Anime apessoa a restabelecer relações com pessoas de importância em sua vida (parente, amigos, pastor). · Evite fazer perguntas com respostas predeterminadas.

São mais válidas as perguntas que despertam o sentido do relacionamento. ·

Dê ênfase ao tempo presente e objetivo da entrevista. Veja se tem possibilidade de ajudar essa pessoa nessa circunstância, ou encaminhe- a a outra pessoa. · Não se deve alimentar esperanças infundadas. Evite dizer: “Não se preocupe, está tudo bem”. · Termine a conversa apresentando objetivamente o que deverá ser feito. Deixe a pessoa tomar a decisão adequada e assumir a responsabilidade. · Admita suas capacidades e limitações, você é humano e finito. Deixe Deus agir onde você é suficiente.

MODULO IV

OS BENEFÍCIOS: AO PACIENTE E SUA FAMÍLIA, AO HOSPITAL E A COMUNIDADE.

A visita hospitalar e o cuidado espiritual oferecem benefícios distintos para os pacientes e seus familiares, o pessoal de cuidado médico profissional, a próprio hospital, e a comunidade dentro os quais reside. Estes benefícios crescentemente são demonstrados através de estudos de pesquisa.

  1. OsBenefícios para ospacientes e suafamília. Seis áreas de pesquisaestãoresumidasaqui, que descreveosbenefícios de atenção à espiritualidade de pacientes e seusfamiliares.

Apoio Espiritual e sua Prática. Um corpo crescente de pesquisa demonstra os benefícios da saúde relacionados a religião, fé e sua prática. Um estudo foi publicado com de 42 mortalidades envolvendo aproximadamente 126.000 participantes demonstrou que as pessoas que ajudadas com envolvimentos religiosos frequentes foram significativamente provado viver mais tempo comparado a pessoas que eram não frequentemente envolvidas.

Em um estudo de quase 600 pacientes idosos, severamente doentes, hospitalizados, esses buscaram um envolvimento com o amor de Deus, com também apoio de pastores e voluntários, visitantes membros da igreja, estavam menos deprimido e com qualidade de vida melhor, até mesmo depois de saber da severidade da doença deles.

No estudo de 1.600 pacientes de câncer, a contribuição espiritual ao paciente que tinha boa qualidade de vida era semelhante ao seu bem estar físico.

Entre pacientes com sintomas significantes como fadiga e dor, esses com vida espiritual atuante é tido com uma qualidade significativamente mais alta de vida.

CONCLUSÃO:

Estes e outros estudos demonstram que a fé traz impacto de bem estar prático emocional e físico. Capelães, pastores e voluntários fazem um papel integrante de apoio e fortalecimento destes recursos religiosos e espirituais.

A Importância do Cuidado Espiritual para enfrentar a Doença.

Um estudo de adultos mais velhos achou que mais da metade informou que a religião deles era o recurso mais importante que os ajudou na luta com doença.

Em outro estudo, 44 % dos pacientes informaram que a religião era o fator mais importante que os ajudou na luta com a doença deles ou hospitalização. Em um estudo de mulheres com câncer de peito, 88 % informaram que religião era importante para elas e 85 % indicaram que a religião ajudou a enfrentar.

Semelhantemente, 93 % das mulheres em um estudo de pacientes de câncer ginecológicos informaram que a religião aumentou a sua esperança. Um estudo com pacientes de câncer de peito informou que 76 % tinham orado sobre a situação deles como um modo para enfrentar o diagnostico.

Estudos demonstram que estar bem espiritualmente ajuda as pessoas a moderar os sentimentos dolorosos que acompanham a doença: ansiedade, desesperança, e isolamento. Muitos pacientes esperam que os capelães e voluntários os ajudem com tais sentimentos infelizes.

O estudioso Paragment cita muitos estudos adicionais que demonstram a importância do cuidado espiritual na luta das pessoas que lidam com doença.

CONCLUSÃO: As pessoas procuram cuidados espirituais durante doença e em outras experiências dolorosas. Capelães e voluntários devem estar prontos para dar ajuda espiritual na luta das enfermidades.

Respondendo a Angústia Espiritual Estudos apontam à importância de angústia espiritual, quer dizer, conflitos religiosos ou espirituais não resolvidos e dúvidas.

Esta angústia é associada com a perda de saúde, recuperação, e ajuste com a doença.

CONCLUSÃO: Capelães e visitantes tem um papel especialmente importante identificando os pacientes em angústia espiritual e os ajudando solucionar os problemas religiosos ou espirituais deles, enquanto melhorando a saúde deles e ajustando assim.

Aumentando estratégias para enfrentar a doença.

Estudos demonstram que estar bem espiritualmente ajuda as pessoas a moderar os sentimentos dolorosos que acompanham a doença: ansiedade, desesperança, e isolamento. Muitos pacientes esperam que os capelães e voluntários os ajudem com tais sentimentos infelizes.

CONCLUSÃO: As pessoas querem cuidados espirituais durante doença e outras experiências dolorosas, procurando ajuda. Capelães e voluntários devem estar preparados para dar ajuda espiritual na luta com estes sentimentos.

Cuidando das Famílias Frequentemente os familiares sofrem angústia semelhante ou mais intensa que os que estão hospitalizados.

Em alguns estudos, pacientes indicaram que as funções da capelania mais importantes são aquelas que estão ajudando os seus familiares com os sentimentos associados com doença e hospitalização. Em um estudo, 56 % das famílias identificaram a religião como o fator mais importante para ajudar a enfrentar a doença de um ente querido deles. Um outro estudo indicou que os familiares queriam o cuidado espiritual dos capelães mais que os pacientes.

Comparado a esses, os familiares dos pacientes de Alzheimer que adoravam a Deus regularmente e que sentia as necessidades espirituais satisfeitas informaram que diminuíram a tensão.

CONCLUSÃO: Famílias confiam em religiosos e recursos espirituais para enfrentar com os níveis altos de angústia durante a doença de um querido. O cuidado de um capelão e voluntários para os familiares tem um impacto positivo.

A satisfação do paciente e sua família com o cuidado espiritual provido por capelães. Estudos indicam que 70 % dos pacientes está atento as necessidades espirituais relacionados à doença deles. Estudos de pacientes em hospitais de cuidado agudos indicam que entre um terço e dois terços de todos os pacientes queira receber cuidado espiritual.

Quando os capelães ajudam a família de um paciente, o mais provável é que o paciente vai escolher aquela instituição novamente para hospitalização futura.

Um grande estudo de VandeCreek e Lyon mostrou a satisfação dos pacientes e familiares com as atividades dos capelães:

A maioria dos pacientes estava satisfeita com o cuidado espiritual provido por capelães(25).

A satisfação com a assistência da capelania pelos familiares dos enfermos era até mais alta do que informado pelos pacientes.

As visitas do capelão “fizeram a hospitalização mais fácil” porque a visita proveu “conforto” e ajudou para o paciente a relaxar.

O capelão ajudou para os pacientes “a melhorar mais rápido” e aumentou a prontidão dos pacientes para voltar para casa” porque as visitas lhes ajudaram a sentir mais esperançoso.

CONCLUSÃO: Os pacientes e seus familiares estão freqüentemente atentos as suas necessidades espirituais durante hospitalização, desejam a atenção espiritual profissional a essas necessidades, e respondem positivamente quando recebem atenção – influenciando na sua recomendação do hospital a outros.

  1. OsBenefícios para o Hospital e Comunidade. Para osProfissionais de SaúdeProfissionais da Saúde, inclusive osmédicos e enfermeiras, àsvezesexperimentamtensãoaotrabalhar com ospacientes e familiares. Esta tensãoaumentourecentementeporquemudançaseconómicasconduziram a menosprofissionais que provêmcuidadopelospacientesseriamentedoentes. Capelãespodem prover cuidadoespiritualsensível, encorajadoraestespacientes e as suasfamíliasporperíodos de tempo estendidos, permitindoassim para outros profissionaisprestaratenção a outros deveres.

Capelães fazem um papel importante ajudando profissionais de saúde a enfrentar os seus problemas pessoais.

A palavra encorajadora pode aumentar a moral e bom senso do pessoal.

Um estudo relata que 73 % de médicos de UTI e enfermeiras acreditam que prover conforto a eles é um papel importante do capelão, e 32 % acreditam que os capelães deveriam estar disponíveis ajudar pessoal com problemas pessoais.

Para os Hospitais Os serviços de capelães e voluntários beneficiam hospitais pelo menos em 9 meios.

Os capelães e voluntários ajudam hospitais a satisfazer as expectativas dos pacientes com serviços de cuidado espirituais competentes, compassivos, enquanto melhoram assim a imagem do hospital.

Em uma época de medicamento de alta tecnologia, hospitalizações breves, e breves contatos com os médicos e outros profissionais de saúde, os capelães e voluntários oferecem um das poucas oportunidades para os pacientes discutirem as suas preocupações pessoais e espirituais.

Os capelães e voluntários que especializaram na área de capelania por organizações profissionais. Podem oferecer curso de visitação a voluntários das igrejas. Desde participantes em programas, podem ter vários voluntários prestando cuidado espiritual ao hospital sem custo para a instituição.

Os capelães e voluntários estabelecem e mantêm relações importantes com os pastores da comunidade. Os capelães e voluntários fazem um papel importante abrandando situações de descontentamento de pacientes e seus familiares que envolvem com o hospital.

Quando pacientes se tornam nervosos e impacientes os capelães podem mediar estes intensos sentimentos de modos que conservam valiosos recursos organizacionais.

A presença deles pode servir como um veículo por reduzir risco.

Os capelães e voluntários podem reduzir e podem prevenir abuso espiritual, agindo como guarda para proteger os pacientes de proselitismo.

Códigos de éticas profissionais estipulam queos capelães eles têm que respeitar as convicções de fé e práticas de pacientes e famílias.

Os capelães e voluntários ajudam para os pacientes e seus familiares a identificar os seus valores relativos a escolhas de tratamento no fim da vida e comunicam esta informação ao pessoal de saúde.

Os capelães e voluntários ajudam os hospitais a desenvolver a sua missão, valor, e declarações de justiça sociais que promovem curando para o corpo, mente e espírito.

Especialmente para hospitais que sãos suportados por igrejas, eles promovem consciência de missão. Os capelães e voluntários ajudam hospitais cumprirem uma variedade de cuidado espiritual e apoio para os pacientes e seus familiares.

É de muito valor o cuidado espiritual provido por capelães eficientes. Um estudo do custo de capelania foi publicado informando que os serviços de capelães profissionais variam entreUS$ 2,71 e US$ 6,43 por visita de paciente.

Adicionalmente, aproximadamente três quartos de executivos de HMO informou em uma pesquisa que a espiritualidade (expressou pela oração pessoal, meditação espiritual e religiosa) pode ter um impacto no bem estar, então pode ajudar no impacto do custo.

Para a Comunidade Hospitais são crescentemente sensíveis sobre a sua relação para com a comunidade e os capelães fazem contribuições sem igual provendo muitos serviços da comunidade.

Estes incluem: Liderança e participação em programas de sociais da comunidade. Liderança de grupos de apoio para ajudar para os membros da comunidade a enfrentar aperda ou crise e viver com a doença.

Liderança e participação na comunidade em respostas as crises, desastre, pobreza.

Participação do cuidado espiritual que enfatiza conexões a pastores locais e igrejas. Orientação e apoio para programas das igrejas e da comunidade como ajuda a alcoólatras, drogados.

Programas educacionais estabelecendo voluntários das igrejas que se ocuparão devisitação espiritual nas casas e a igrejas. Relações ativas mantendo com associações evangélicas locais. Comunidade provendo seminários educacionais em tópicos de espiritualidade, perda, doença, e luta com a crise.

CONCLUSÕES: Nos tumultos dos hospitais, os diretores estão procurando constantemente modos para prover ótimos serviços aos pacientes dentro de suas dificuldades financeiras. Eles buscam manter os funcionários de qualidade e manter relações positivas dentro dos hospitais e a comunidade. Os capelães respondem a estas preocupações de modo sem igual, enquanto utilizando as tradições históricas de espiritualidade que contribui à cura de corpo, mente, coração e alma.

O CHAMADO DIVINO

Deus estabeleceu alguns na igreja. Há um chamado divino. Ora, vós sois corpo de Cristo e individualmente, membros desse corpo.

A UNS ESTABELECEU DEUS NA IGREJA, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, emterceiros lugar mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos,variedades de línguas. (1Co. 12,27,28)

  • Efésios11 diz “Jesus concedeu”. Estapassagemdiz “Deus estabeleceu”.
  • Observe que estapassagem de 1 Coríntios chama o Corpo de Cristo de Igreja.

A Igreja é o Corpo de Cristo. O Corpo de Cristo é a Igreja. Deus estabeleceu os dons do ministério na igreja não os homens.

  1. Háumagrandediferença entre Deus estabeleceralguémnaigreja — e alguém ser colocadopeloshomens.
    1. Um estudo da história da Igrejarevela que, aolongo dos séculos, váriosgrupostêmseesforçado para retomar o que chamam de práticas do Novo Testamento.

Eles estabeleceram organizações que com frequência representavam alguma coisa que o homem fabricou — alguma coisa da carne; alguma coisa carnal.

Eles chamavam e estabeleciam pessoas para certos ofícios sem que as mesmas tivessem o chamado divino. Isto não é escriturístico.

É Deus quem estabelece. É Deus quem chama.

Você não se torna um dom do ministério só porque você sente que é um chamadosanto e gostaria de responder.

  1. Vocênãopodefazer de simesmo um dom do ministério.
  2. É perigosofazer algo sóporquevocêquerfazê-lo. Vocênãoentra no ministériosóporquealguémdiz que combina com você.
  • Nãovásóporquealguémchamouvocê.
  • Nãovásóporquesuamãe o chamou.
  • Nãovásóporqueseu pai o chamou.
    • Maridos, se vocêsforemministros do Evangelho e tiverem um chamadodivinoemsuasvidas, nãotentem chamar suaesposa para o ministério.

Deixem que ela seja a ajudadora que éadequada (ou própria) para vocês, como Deus assim lhe designou. Incluam-na em tudo que for possível.

  • Esposas, se vocêsforemchamadas, nãotentemfazer de seusmaridosospregadoresqueelesnãosão. Porémnãoosexcluam de suasvidas.

Façam com que eles trabalhem em suas vidas, e até em seus ministérios, em tudo que for possível.

  • Há um chamadodivino para o ministério.

Você deve determinar se ele está ou não emsua vida.

Não tente ingressar no ministério sem o chamamento de Deus para assim o fazer. Como você pode distinguir/reconhecer um chamado de Deus? – Você terá a convicção no seu próprio espírito. – Você terá o testemunho no seu próprio coração. –

Você terá o equipamento espiritual — dons do Espírito — que acompanha o ofício, ouos ofícios para os quais você foi chamado.

CAPELÃO DA CEI Todo Capelão da CEI tem uma patente de Oficial, na seguinte hierarquia: 2º Tenente; 1º Tenente; Capitão; Tenente Coronel e Coronel.

TREINAMENTO MILITAR NA CAPELANIA ÍNDICE DE ASSUNTOS ‘

INTRODUÇÃO

  1. Finalidade……………………………………………………………………………………….
  • ConceitoBásico da Ordem………………………………………………………..
  • Objetivos da Ordem………………………
  • Divisão da Instrução de Ordem…
  • Disciplina………………………………
  1. Ordem Unida e Chefia.

CAPÍTULO I – INTRODUÇÃO FINALIDADE

A finalidade deste Manual é estabelecer e normatizar a execução dos exercícios da Ordem Unida (OU), tendo em vista os objetivos deste ramo da instrução militar.

CONCEITO BÁSICO DA ORDEM UNIDA

A Ordem Unida se caracteriza por uma disposição individual e consciente altamente motivada, para a obtenção de determinados padrões coletivos de uniformidade, sincronização e garbo militar. Deve ser considerada, por todos os participantes – instrutores e instruendos, comandantes e executantes – como externação da disciplina militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre militares, em vista da necessidade de eficiência na guerra.

OBJETIVOS DA ORDEM UNIDA

Proporcionar aos militares e às unidades militares, os meios de se apresentarem e de se deslocarem em perfeita ordem, em todas as circunstâncias.

Desenvolver o sentimento de coesão e os reflexos de obediência, como fatores preponderantes na formação do militar. Constituir uma verdadeira escola de disciplina.

Treinar oficiais no comando.

Possibilitar, consequentemente, que contingente se apresente em público, quer nos desfiles, quer em solenidades, quer nos simples deslocamentos de serviço, com aspeto enérgico e marcial.

DIVISÃO DA INSTRUÇÃO DE ORDEM UNIDA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL –   é ministrada ao militar a prática dos movimentos individuais, preparando-o para tomar parte nos exercícios de instrução coletiva.

INSTRUÇÃO COLETIVA – é ministrada à fração, subunidade ou unidade, segundo planejamento específico.

DISCIPLINA A disciplina é a força principal dos exércitos. A disciplina, no sentido militar, é o predomínio da ordem e da obediência, resultante de uma educação apropriada.

A disciplina militar é, pois, a obediência pronta, inteligente, espontânea e entusiástica às ordens do superior. Sua base é a subordinação voluntária do indivíduo à missão do conjunto, do qual faz parte.

A disciplina é o espírito da unidade militar.

A Ordem Unida é uma verdadeira escola de disciplina e coesão.

A experiência tem revelado que, em circunstâncias críticas, as tropas que melhor se portaram foram as que sempre se destacaram na Ordem Unida.

A Ordem Unida concorre, em resumo, para a formação moral do militar. Assim, deve ser ministrada com esmero e dedicação, sendo justo que se lhe atribua alta prioridade entre os demais assuntos de instrução.

No combate moderno do dia-a-dia do cristão contra o inimigo, tropas bem disciplinadas exercem um esforço coletivo e combinado, potencializando a possibilidade de vitória em Cristo Jesus. Sem disciplina, uma unidade é incapaz de um esforço organizado e duradouro.

Exercícios que exijamexatidão, coordenação mental e físicaajudam a desenvolver a disciplina. Estes exercícioscriamreflexos de obediência e estimulamossentimentos de vigor da tropa, de tal modo que toda a unidade se impulsiona, conjuntamente, como se fosse um sócorpo, o corpo de Cristo. Fig 1-1 Disciplina: a força principal dos exércitos

ORDEM UNIDA E CHEFIA

A execução da Ordem Unida constitui um dos meios mais eficientes para se alcançar aquilo que consubstancia o exercício da chefia e liderança: a interação necessária entre o comandante e os seus subordinados.

A Ordem Unida é a forma mais elementar de iniciação do militar na prática do comando, desenvolvendo as qualidades do líder.

Ao comandar um grupo de militares deslocando-se, o comandante desenvolve a autoconfiança, ao mesmo tempo em que adquire consciência da responsabilidade sobre aqueles que atendem aos comandos.

Os exercícios de Ordem Unida despertam no comandante o apreço às ações bem executadas, o exame dos pormenores e, ainda, o desenvolvimento da capacidade de observar e de estimular a tropa.

Por intermédio da Ordem Unida, a tropa evidencia, claramente, quatro índices de eficiência: moral, disciplina, espírito de corpo e proficiência.

Moral – pela superação das dificuldades e determinação em atender aos comandos, apesar da necessidade de esforço físico. Disciplina – pela presteza e atenção com que obedece aos comandos. Espírito de corpo – pela boa apresentação coletiva e pela uniformidade na prática de exercícios que exigem execução coletiva.

Proficiência – pela manutenção da exatidão na execução. A Ordem Unida é uma atividade de instrução militar ligada, indissoluvelmente, à prática da chefia e liderança e à criação de reflexos de disciplina.

PATENTES MILITARES: PATENTES DOS OFICIAIS DO EXÉRCITO BRASILEIRO, POLÍCIAS MILITARES E DA CAPELANIA DA CEIM: Oficiais subalternos: 2º Tenente (uma estrela prateadas); 1º Tenente (duas estrelas prateadas).

Oficial intermediário: Capitão (três estrelas prateadas)

Oficiais superiores: Major (duas estrelas prateadas e uma estrela dourada); Tenente-coronel (uma estrela prateada e duas estrelas douradas); Coronel (três estrelas douradas)

OBSERVAÇÕES: 1. O Capelão não tem PODER DE POLÍCIA; 2. O Capelão da CEIM ao se encontrar com qualquer militar das Forças Armadas do Brasil ou militar da Polícia Militar de qualquer Estado da Federação, observar a PATENTE do mesmo.

Se for seu superior (patente igual ou superior a sua), prestar o devido cumprimento com a CONTINÊNCIA, se for seusubordinado (patente inferior a sua), responder o cumprimento com a devidaCONTINÊNCIA;

  1. Ao chegarnumainstituiçãoondevaiexercer a obra de capelania (Escolas ,presídios,Hospitais, QuarteisMilitares, Cemitérios, Sindicatos, Empresas, Clubes, Creches, Condomínios, InstituiçõesPúblicasemgeral), ao se dirigir a autoridademáximaresponsável da Instituição, estará sempre uniformizado e portando a sua CREDENCIAL, com a qual se identificará;
  2. O Capelão da CEIM enviarámensalmenteemformuláriopróprio, o RELATÓRIO DEATIVIDADES DE CAPELANIA, ao QG (quartel general) da CEIM sediadoemPouso Alegre – MG, endereçadoaoComando Geral da CEIM.
  3. O OficialCapelão da CEIM tem um canal direto com o Comando Geral CEIM:
  • No que concerne as normas, regras, procedimentosmilitares e promoções de patentes, se reportaráao Coronel CPL Comandante Anselmo Santos Melo;
  • No que concerneàscredenciais, certificados e tudo das áreasadministrativa e financeira, sereportaráao Coronel CPL Comandante Antônio Raimundo Filho;
  • Um dos canais de comunicaçãogeral, é o grupona rede social WhatsApp denominado“OficiaisCapelães da CEIM”. No caso de comunicaçãofuncional e operacional de cunhopessoal, usar o canal privado do CMT (comandante) Geral correspondente;
  • As instruções e comunicadosOficiaisfeitospelosCoronéis Comandantes Gerais da CEIM,serãopostadas no referidoPouso Alegre-MG Sede da CEIM e Sede da CGMEB.

 

Para se filiar na Capelania Militarizada enviar Ficha pelo sete CGMEB CAPELANIA – CEIM Capelania Evang. Inter. Militarizada

Coronel Comandante Presidente Dr. Pr. Antônio Raimundo Filho.

Os Direitos deste Manual do Capelão é Exclusivo da CGMEB

Coronel Dr. Pr. Antônio Raimundo Filho

Coronel Comandante da CEIM Dr. Pr. Anselmo Santos Melo

CGMEB

Estadual

Conheça mais da CGMEB
ESTADUAL

A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE!

Convenção CGMEB
a serviços da Igreja e seus Ministros

Presidentes da CGMEB ESTADUAL

Pr. Ivanildo Ribeiro da Conceição

PRESIDENTE
Tel: (92) 99130-5156

Pr. Eliseu Justino da Silva

PRESIDENTE
Tel: (64) 99210-8084

Presidente da CGMEB NORTE
DE MINAS GERAIS

Dr.Pr ALEXSANDRO RODRIGUES DOS SANTOS
Registro: 00 611-MG - Minas Gerais
Presidente AD da Missão Itajaí
RELATOR CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA
IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS VENCENDO EM CRISTO
Cel. 34 99104 - 1363

Pr. Oliviete Ferreira da Silva

PRESIDENTE
Tel: (21) 99997-2044

Presidente da CGMEB PARAÍBA

Pr JERÔNIMO GERÔNCIO PEREIRA
Registro: 00166-PB - Patos-PB
Presidente AD da Missão Itajaí

CAPITÃO SUB COMANDANTE CPL CEIM CGMEB FORTAM REGISTRO
No. 00013 - PB
PRESIDENTE ESTADUAL
Cel. 83 996351924
SITE ESTADUAL PARAÍBA pb.cgmeb.org

CGMEB

Regional

Conheça mais da CGMEB
REGIONAL

Convenção CGMEB
a serviços da Igreja e seus Ministros

A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE!

Presidentes da CGMEB REGIONAL

Presidente Regional

Pr. José da Conceição Lago

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: (92) 99130-5156

Presidente Regional

Pr. Teo. Sergio Valentin Grizante

Tel: (16) 99726-1333

Vice-Presidente Regional

Pr. Moisés Almeida da Silva

Tel: (16) 98858-0124

Presidente Regional

Pr. Paulo do Porto Dias

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: ((24) 99832-5480

Presidente Regional

Pr. Josafá Alves Teixeira

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: (75 ) 99867-2122

Presidente Regional

Pr. Mazoel Mariano Ferreira Furtado

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: (35) 99169-5732

Presidente Regional

Pr. Jean Clemente Santos Ferreira

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: (16) 99324-7949

Presidente Regional

Pr. José Marcos dos Santos

PRESIDENTE da REGIONAL
Tel: (62 ) 99286-5270

CGMEB

Filiados

Conheça mais da CGMEB
FILIADOS

Convenção CGMEB
a serviços da Igreja e seus Ministros

A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE!

Filiados em todo Brasil e Exterior

CGMEB

Informações

Conheça mais da CGMEB
INFORMAÇÕES

Convenção CGMEB
a serviços da Igreja e seus Ministros

A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE!

Informações Gerais CGMEB

FILIAR ou RENOVAR na CGMEB

Saiba como proceder para se tornar filiado a convenção CGMEB

CREDENCIAL CGMEB

Credencial tudo que o filiado precisa saber

CARTÃO de MEMBRO de Igreja

Saiba como proceder para adfquirir

Departamentos da CGMEB

Saiba como proceder para adfquirir

FILIAR ou RENOVAR CEIM-FORTAM

Saiba como proceder

CREDENCIAL CGMEB

Credencial tudo que o filiado precisa saber

CERTIFICADO DE CURSOS

Saiba como proceder para receber o Certificado

MATRÍCULA DE CURSOS

Tudo que o filiado precisa saber

CGMEB

Contato

CGMEB

Contato

ENTRE EM CONTATO CONOSCO

Aqui seu ministério está assessorado!

Junte-se a nós!

Contatos

Utilize os contatos para falar conosco ou preencha o formulário.

Formulário de Contato

A CGMEB foi criada para você que tem
um CHAMADO de Deus

CGMEB

Formulários

Conheça mais da CGMEB
FORMULÁRIOS

Convenção CGMEB
a serviços da Igreja e seus Ministros

A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE!

O QUE A CGMEB OFERECE A QUEM SE FILIAR:

01-CREDENCIAL EM PVC CERTIFICADO DE FILIAÇÃO

02-ATA DE RECONHECIMENTO DE CONSAGRAÇÃO DE MINISTRO

03-ATA DE AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE IGREJA

04-ESTATUTO E ATA DE FUNDAÇÃO DE IGREJA E ASSESORIA JURIDICA

05-CARTA DE MUDANÇA OU RECOMENDAÇÃO PARA OUTRA CONVENÇÃO

06- CARTA PARA CAPELÃO MILITARIZADO CEIM

CURSOS QUE A CGMEB IBTB CEIM FORTAM OFERECE COM CHANCELA DO MEC:

07-CURSO DE CAPELANIA EV, MILITALIZADO CEIM FORTAM

08-CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA LIVRE JUNTO A FORTAM

09-CURSO DE JUIZ DE PAZ JUNTO A FORTAM

10-CURSO DE DOUTOR EM DIVINDADE JUNTO A FORTAM

11-CURSO DE ENGENHEIRO DE SEGURANÇA PATRIMONIAL

12-CURSO DE JORNALISMO INVESTIGATIVO

13-CURSO DE SEGURANÇA

14-CURSO DE DOUTOR EM TEOLOGIA

15-CURSO DE MESTRADO EM TEOLOGIA

16-CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA

17-CURSO MÉDIO EM TEOLOGIA

18-CURSO DE PSICOLOGIA PASTORAL

19-CONTABILIDADE ASSESSORIA MINAS CONTÁBIL

20-ASSESSORIA JURIDICA

21-CONSTRUÇÃO DE SITE PARA IGREJA

22- LIVRO CONSTITUINTE DA CGMEB

23-PROJETO HUMANITARIO PASTOR JUBILADO

24-SUL AMÉRICA SEGURO E PLANO DE SAÚDE

25-TODOS OS CURSOS QUE A CGMEB OFERECE AGORA RECONHECIDO PELO MEC

CGMEB A CONVENÇÃO QUE MAIS CRESCE NO BRASIL VENHA FAZER PARTE DA CGMEB